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Ação da PCMG termina com apreensão de 20 kg de pasta base de cocaína

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Divulgação/PCMG

Mais de 20 quilos de pasta base de cocaína foram apreendidos pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), no último sábado (18/3), durante ação de combate ao tráfico de drogas no estado. O material ilícito foi interceptado na MG-050, em Itaúna, em posse de um homem, de 32 anos, que foi preso em flagrante. A droga havia saído do interior de São Paulo e tinha como destino a capital mineira, conforme informado em coletiva de imprensa nesta terça-feira (21/3).

A operação foi desencadeada pelo Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc). De acordo com o delegado Rodolpho Machado, o grupo criminoso teria contratado um motorista sem antecedentes criminais, o qual conduzia veículo próprio e legalizado, para transportar o entorpecente. O objetivo era não chamar a atenção durante abordagem policial.

Por meio de investigações, a equipe do Denarc identificou a possível movimentação do motorista, sendo realizado o monitoramento do veículo em pontos estratégicos da rodovia. Na altura da cidade de Itaúna, com base na identificação da melhor oportunidade, foi realizada a interceptação por parte dos policiais civis.

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“Após a abordagem, os policiais descobriram que o veículo possuía um dispositivo que abria um compartimento secreto no painel, local em que conseguiram apreender os 20 tabletes da pasta base de cocaína”, conta Rodolpho, que ainda acrescenta: “o que chama a atenção é a engenharia no veículo para trazer esses 20 quilos de pasta base. É uma droga de pureza muito alta e certamente seria desdobrada em quatro ou cinco porções”.

O chefe da Divisão Especializada de Combate ao Narcotráfico, Thiago Machado, destaca o impacto financeiro na organização criminosa responsável pela droga, tendo em vista o alto valor de mercado do entorpecente, e a importância dos elementos investigativos levantados durante a ação policial.

“Além do baque no valor patrimonial, com essa ação a gente consegue, a partir da prisão do suspeito, arrecadação de telefones e veículo, obter elementos para que possamos continuar as investigações. O êxito não está somente na quantidade de drogas apreendidas, mas também na obtenção de informações que visam elucidar o modus operandi desse grupo criminoso”, conclui.

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As investigações, iniciadas há aproximadamente seis meses, prosseguem. A ação foi desencadeada por policiais civis da 3ª Delegacia de Combate ao Narcotráfico do Denarc.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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