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Ação integrada prende 12 pessoas suspeitas de garimpo ilegal em Arcos

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Divulgação/PCMG

Nessa quarta e quinta-feira (20 e 21/3), uma operação deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em conjunto com a Polícia Militar (PMMG), desmantelou uma operação ilegal de garimpo na zona rural de Arcos, região Centro-Oeste do estado. Durante a ação, 14 suspeitos – com idades entre 19 e 44 anos – foram conduzidas em flagrante.

As investigações, coordenadas pelo delegado Patrick Carvalho, revelaram que o garimpo estava causando danos ambientais significativos. “No local, foram encontradas diversas crateras de até três metros de profundidade, conectadas por um intrincado sistema de túneis. Diversos equipamentos, como pás, picaretas, lanternas e pedras de quartzo bruto foram apreendidos”, informou o delegado.

Base de apoio e prisões

Após o recebimento de uma informação, as equipes identificaram uma residência no bairro Calcita, em Arcos, que funcionava como base de apoio aos garimpeiros. Cinco suspeitos que haviam acabado de chegar do local do crime foram presos na casa, bem como apreendidos três veículos utilizados no transporte do minério e dos próprios envolvidos.

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A investigação levou à prisão de outros três suspeitos ligados à atividade ilegal, um deles apontado como responsável pela compra dos minerais e recrutamento de mão de obra.

Durante outra abordagem na Rua Campo Belo, a polícia prendeu mais dois suspeitos que retornavam do local do crime com pedras e ferramentas. Um deles colaborou com a polícia, indicando uma residência na Avenida JK como esconderijo de outros envolvidos. Na casa, foram presos mais quatro investigados e apreendidos quartzo, ferramentas e veículos usados na atividade criminosa.

Autuações

“Dos 14 suspeitos conduzidos, 12 foram autuados em flagrante por crimes ambientais, conforme o artigo 54 da Lei 9.605, bem como o art. 288 do Código Penal e o Art. 69 do Código Penal, sendo posteriormente encaminhados ao sistema prisional”, finalizou o delegado Patrick Carvalho.

As investigações continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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