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Agente comunitária de saúde é presa pela PCMG em Itabira

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Divulgação/PCMG

Nesta quinta-feira (17/8), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandado de prisão preventiva contra uma agente comunitária de saúde do distrito de Senhora do Carmo, em Itabira, região Central do estado. Ela é investigada por corrupção passiva e coação no curso do processo.

Conforme as investigações, a investigada solicitava e recebia, em razão do cargo público, vantagem indevida, fazendo os beneficiários dos serviços de saúde a acreditar que para receberem atendimento médico precisavam pagar pelo tratamento.

As informações chegaram ao conhecimento da Secretaria Municipal de Saúde por meio de denúncias realizadas tanto na ouvidoria do município de Itabira quanto na Unidade de Saúde do distrito.

Após a investigada ter sido denunciada perante o poder público, ela passou a ameaçar as testemunhas, fazendo, inclusive, que mentissem em seus depoimentos. Além disso, a investigada comparecia à casa de uma testemunha, pegava o celular dela e passava a encaminhar mensagens para outras pessoas, como se fosse a testemunha, negando as cobranças e os pagamentos.

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De acordo com o delegado responsável pela investigação, Diogo Luna Moureira, a investigada fez uma testemunha acreditar que o seu telefone estava com uma escuta, e que tudo o que falasse para outras pessoas, ela saberia.

Após os procedimentos de polícia judiciária, a suspeita foi encaminhada ao sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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