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Aglomerado da Serra em BH registra 500 dias sem homicídios

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O Aglomerado da Serra, um dos maiores complexos urbanos de Minas Gerais, localizado na Zona Sul de Belo Horizonte, completou 500 dias sem registros de homicídios. A marca histórica foi alcançada por meio de uma gestão estratégica preventiva e de repressão qualificada desenvolvida pelo Governo de Minas, por meio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), com apoio dos demais órgãos do Sistema Integrado de Segurança Pública e da Justiça Criminal

De acordo com o tenente-coronel Fabiano Rocha, comandante do 22º Batalhão, unidade responsável pelo policiamento no Aglomerado, a Polícia Militar atua diuturnamente no local com todos os serviços do portfólio da instituição, especialmente com a Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica (PPVD), com o Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD), com a Patrulha Escolar e com o Grupo Especial de Policiamento em Áreas de Risco (GEPAR), fundamentado na filosofia de Polícia Comunitária. Destaca-se, ainda, o trabalho desenvolvido entre a PMMG e a comunidade, com ações de mobilização social, o que contribui sobremaneira na redução dos crimes.
“O alcance de 500 dias sem crimes de homicídios no Aglomerado da Serra nos deixa orgulhosos e, ao mesmo tempo, com a responsabilidade de proporcionar uma segurança cada vez mais efetiva para a população. As ações são resultado de um trabalho entre vários atores, principalmente, aquela a quem a Polícia Militar destina seus serviços, que é a comunidade. Ela está conosco, dia a dia, turno a turno, participando e colaborando para que possamos reprimir a criminalidade e cumprir a nossa missão constitucional de servir ao povo mineiro”, destacou o tenente-coronel Rocha .

Fonte: Policia Militar de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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