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ALPINOPOLENSE É PRESO COM MAIS DE 90 KG DE DROGAS EM MATO GROSSO DO SUL

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TRAFICO DE DROGAS/ Uma operação conjunta entre as Polícias Civil e Rodoviária Federal do Mato Grosso do Sul resultou na apreensão de 91,1 kg de maconha e na prisão de um traficante na cidade de Anaurilândia, que fica proxima a divisa com São Paulo e Paraná. A ação policial aconteceu no domingo das eleições  (06/10), durante uma fiscalização especial, mas ainda não havia sido divulgada.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recebeu a denúncia de que um suspeito, um homem de 30 anos, natural de Alpinópolis, Minas Gerais, que estaria hospedado no Hotel Pé de Cedro com uma carga ilícita em seu veículo. Em resposta, equipes da PRF e da Polícia Civil, das delegacias de Anaurilândia e Bataguassu, mobilizaram-se para investigar o caso.

Flagrante no Hotel

Os policiais localizaram o veículo Fiat Toro branco, com placas P*G***6, estacionado no hotel. Durante a inspeção, foi encontrada uma grande quantidade de maconha no banco traseiro da caminhonete. O suspeito admitiu que pegou a droga em um posto de combustíveis na saída de Nova Andradina (MS) e que o destino seria um posto na entrada de Três Lagoas (MS), mas afirmou não saber para quem faria a entrega.

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Repressão ao Crime Organizado

O delegado responsável pela operação, Daniel Wollz Marques, destacou a importância da atuação integrada entre as forças de segurança para garantir não só o combate ao tráfico de drogas, mas também a segurança durante as eleições. “Essa operação reflete o compromisso das instituições em intensificar a repressão ao crime organizado, principalmente em momentos críticos como o dia das eleições, assegurando tanto a segurança pública quanto a integridade do processo eleitoral”, afirmou o delegado.

O inquérito policial segue em andamento e será concluído dentro do prazo legal, com envio ao Ministério Público para as providências cabíveis.

A apreensão demonstra a eficácia das parcerias entre as forças policiais na repressão ao tráfico de drogas, reforçando o compromisso das autoridades com a segurança da população e o combate ao crime organizado.

Punição

A Lei 11.343/2006, conhecida como Lei de Drogas, combate ao tráfico de entorpecentes no Brasil e a pena para o tráfico pode variar de 5 a 15 anos de reclusão, além de multa, com agravantes que podem aumentar a pena conforme o caso. Entre os casos mais notórios do Brasil, Beira-Mar acumula mais de 320 anos de condenação por crimes como tráfico, homicídios e formação de quadrilha. Apesar disso, no sistema penal brasileiro, ninguém cumpre penas superiores a 30 anos consecutivos, conforme previsto na legislação anterior à recente alteração no Código Penal que permite até 40 anos de reclusão para casos excepcionais.

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Essa severidade demonstra como a lei visa não apenas punir, mas também desarticular redes criminosas que prejudicam a sociedade. Se condenado o alpinopolense pode ficar um bom tempo preso.

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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