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Alto do Rio Doce: quatro são presos em operação contra o tráfico

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Divulgação/PCMG

Nesta quarta-feira (11/10), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio da Polícia Militar (PMMG), deflagrou a terceira fase da operação Tentáculo, de combate ao tráfico de drogas, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que atuava na cidade de Alto Rio Doce, região da Zona da Mata. Dois homens, de 19 e 33 anos, e duas mulheres, de 34 e 36, foram presos em flagrante.

Durante a ação, que mobilizou cerca de 50 policiais civis e militares, as equipes cumpriram 13 mandados de busca e apreensão no município, resultando na arrecadação de drogas e aparelhos celulares, além das prisões.

Os suspeitos detidos na operação foram autuados pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico e, após os procedimentos de polícia judiciária, encaminhados ao sistema prisional.

Desarticulação

Na primeira fase da operação Tentáculo, realizada em 19 de maio deste ano, foram identificados os suspeitos de integrar o grupo criminoso e realizada a prisão em flagrante de três dos membros, quando transportavam grande quantidade de drogas ilícitas.

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Dois meses após (19/7), na segunda fase dos trabalhos policiais, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão na cidade de Alto Rio Doce, todos expedidos pela Justiça Estadual da comarca.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores, podendo cumprir, caso condenados, pena superior a 15 anos de prisão.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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