Polícia
Atuação célere da PCMG resulta em prisão de investigado por estupro

Uma investigação célere e eficiente da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) resultou na prisão, nessa terça-feira (19/12), de um suspeito, de 76 anos, em Belo Horizonte. Ele foi indiciado pela PCMG por estupro de vulnerável após denúncias de três adolescentes. Os fatos ocorreram no bairro Céu Azul, região de Venda Nova, e o homem, que se identificava como “pai de santo”, teria usado da crença das vítimas para praticar os abusos.
A investigação foi realizada pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e de acordo com a delegada Larissa Mayehofer, que conduziu as investigações, as adolescentes, que são amigas e vizinhas, iam ao local, onde funciona uma relojoaria, e eram levadas para os quartos nos fundos do imóvel, para o suspeito realizar os trabalhos espirituais, atuando como pai de santo. “Conforme declarações das responsáveis legais, as vítimas tinham que ficar nuas e, na execução dos trabalhos espirituais, o investigado apalpava as partes íntimas e beijava na boca das meninas”, informou.
Segundo a delegada, elas iam até o homem para serem benzidas, mas começaram a desconfiar das atitudes do pai de santo e já se sentindo constrangidas e desconfortáveis relataram os fatos às mães. “Até então, as vítimas frequentavam o local sem o conhecimento dos pais, e ao tomarem conhecimento de que as filhas estavam sendo abusadas, essas mães pediram providências”, explicou Larissa.
A investigação teve início no último dia 5 de dezembro. O inquérito foi concluído e remetido à Justiça dois dias depois com indiciamento e pedido de prisão preventiva do investigado. “Diligenciamos rapidamente devido à gravidade dos fatos e com todas as providências adotadas pedimos a prisão preventiva desse investigado”, garantiu a delegada.
Ainda, de acordo com uma ocorrência policial registrada em 3 de dezembro, os militares se depararam com o investigado lesionado no local, supostamente agredido em razão das notícias de estupro. Ele teria explicado que a ação faz parte dos procedimentos adotados em sua religião. “Além de ser um crime gravíssimo, com esse inquérito a Polícia Civil pode chegar a outras vítimas desse suspeito que utilizava da fé e da crença das vítimas e se aproveitava da intimidade dessas meninas”, concluiu a delegada.
O suspeito encontra-se no sistema prisional à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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