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Bicas: PCMG indicia oito por homicídio, tráfico e corrupção de menores

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta semana, o inquérito que apurou a morte de um rapaz, de 18 anos, em março deste ano, no município de Bicas, Zona da Mata mineira. Ao todo, dez pessoas foram investigadas no procedimento, sendo oito suspeitos indiciados por crimes de associação para o tráfico, corrupção de menores e homicídio qualificado, além de dois adolescentes.

Segundo apurado, a vítima possuía uma dívida de drogas de aproximadamente R$ 400 com uma associação criminosa, que, supostamente, recebeu ordens de outro suspeito, que se encontrava preso, para executar o jovem. Após a conclusão das investigações, seis prisões preventivas foram decretadas, das quais quatro já foram cumpridas e dois investigados estão foragidos.

A ação foi desencadeada pela 9ª Delegacia de Polícia Civil em Bicas, unidade que integra a 1ª Delegacia Regional em Juiz de Fora, pertencente ao 4º Departamento da PCMG.

O crime

As investigações iniciaram-se após o corpo do rapaz de 18 anos ser encontrado com diversas perfurações por disparos de arma de fogo, em um pasto, próximo ao bairro em que ele morava. Conforme apurado, os suspeitos teriam vindo da cidade de Ubá para fixar residência no município de Bicas, com o objetivo de dominar o tráfico de drogas no bairro Campo Leopoldina.

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Ainda de acordo com o trabalho investigativo, a vítima seria usuária de drogas e estaria devendo aos criminosos, os quais teriam armado uma emboscada para matá-la. Os suspeitos tentaram queimar o corpo do jovem, no entanto começou a chover, o que impossibilitou o plano.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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