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Capital: PCMG prende mais um suspeito de execução no Alto Vera Cruz

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Divulgação/PCMG

Como desdobramento de uma investigação de homicídio, nesta terça-feira (14/11), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou a prisão temporária de um homem, de 43 anos, suspeito de envolvimento em uma execução ocorrida no bairro Alto Vera Cruz, região Leste de Belo Horizonte. O crime ocorreu em 8 de maio deste ano, quando a vítima, de 65 anos, foi espancada e queimada. Outro investigado, de 21 anos, contra o qual havia mandado representado pela PCMG, foi detido na sexta-feira (10/11) por policiais militares.

De acordo com apurações do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no dia dos fatos, a vítima estava em um bar e teria impedido uma criança, de 6 anos, de entrar no sanitário masculino que não possuía tranca. A mãe da menina, ao ver a cena, teria começado a gritar que o homem estava tentando estuprar a filha dela. Imediatamente, o suspeito preso hoje, um guarda municipal que estava de folga, teria retirado a vítima do estabelecimento e começado a agredi-la.

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Os levantamentos indicam que a mãe e a irmã também participaram das agressões, e a primeira teria instigado traficantes que estavam no local a tomarem alguma medida, razão pela qual dois deles também passaram a agredir a vítima, que caiu a 85 metros de distância de onde começou a violência. Após as agressões, as duas mulheres e o homem de 43 anos foram embora. Já os outros dois suspeitos teriam se juntado para colocar fogo na vítima, que foi socorrida, mas morreu em razão dos ferimentos.

Ainda segundo aponta o trabalho investigativo, foi descartado abuso por parte da vítima e que o homem havia evitado que a menina entrasse no banheiro masculino do bar. Diante dos fatos, a PCMG representou pela prisão de suspeitos de participação no crime – dois deles já no sistema prisional, à disposição da Justiça. O homem de 43 anos também foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, sendo apreendida uma pistola calibre 380. A ação da PCMG foi acompanhada pela Corregedoria da Guarda Municipal de Belo Horizonte.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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