Polícia

Casa da Mulher Mineira celebra dois anos de atendimento qualificado

Publicados

em

Divulgação/PCMG

Um espaço seguro, acolhedor e resolutivo: a Casa da Mulher Mineira completou, em 30/3, dois anos de atendimento, garantindo às vítimas de violência doméstica, familiar e sexual um acolhimento humanizado e mais célere, em local projetado especialmente para essa finalidade.

Pertencente ao Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam) da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a Casa da Mulher Mineira atua como rede de proteção e dispõe de profissionais qualificados e comprometidos para atender cada uma das vítimas de forma individualizada.

Xoi Teopompos conta que já precisou do serviço oferecido pela casa e sente que, quando chegou ao local, estava sem forças.

“Eu entrei na Casa da Mulher Mineira com um sufocamento, desamparada, e nesse momento recebi o melhor acolhimento que eu poderia receber nas condições em que estava. É como se a casa, me vendo sufocada, me desse um cilindro de oxigênio para voltar a respirar”, expõe.

Xoi agradece à Polícia Civil pela acolhida e pelo trabalho, que segundo ela, não é um trabalho fácil, mas faz muita diferença para quem está passando por uma situação difícil.

“A gente fica muito perdida, muito desamparada, quando passa por uma violência doméstica e às vezes perdemos a coragem de pedir auxílio, ou nem sabemos que, tão perto da gente, é possível receber uma ajuda tão acolhedora, tão humanizada, que faz total diferença naquela condição em que nos encontramos”, declara.

“A atuação e o comprometimento da equipe da Casa da Mulher Mineira é fundamental para o sucesso da unidade, que hoje é referência nacional no atendimento qualificado e humanizado das vítimas de violência doméstica e familiar na capital”, afirma a delegada Ana Paula Balbino, titular da Casa da Mulher Mineira.

Leia Também:  PCMG indicia suspeitos de formar grupo de roubo de cargas em BH

Mulheres, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social são atendidos no espaço, com o devido encaminhamento em locais de segurança, normalmente integrados com o Governo do Estado.

As vítimas recebem também orientação policial e judicial, segurança e assistência social para os filhos.

Além de adotar todas as providências cabíveis de polícia judiciária, o policial realiza uma escuta atenta para identificar as necessidades das pessoas atendidas, para que seja possível fazer o devido encaminhamento com o objetivo de solucionar o caso de cada uma das mulheres atendidas pela casa.

Os servidores estão aptos a orientar a mulher, registrar boletim de ocorrência, solicitar medidas protetivas de urgência, adotar as providências criminais contra o autor, expedir guia de exame de corpo de delito, constatação de dano e análise de conteúdo de celular.

A mulher em situação de violência também pode solicitar acompanhamento para retirada de pertences pessoais em segurança, ser encaminhada para serviços de atendimento psicossocial, orientação jurídica na Defensoria Pública e solicitar abrigo, além de ser incluída em programa de prevenção da Polícia Militar.

Espaço

Por meio de uma parceria com a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), a Polícia Civil estruturou na Casa da Mulher Mineira o Espaço Reviver, a fim de proporcionar à vítima uma oportunidade de se reerguer.

Leia Também:  PCMG indicia suspeito por exploração sexual de vulnerável na capital

No espaço, roupas, sapatos, material de higiene pessoal e outros objetos estão disponíveis às mulheres que perderam ou tiveram seus bens inutilizados.

Visa, ainda, suprir algumas necessidades de vítimas que precisaram abandonar seus lares às pressas, por conta da violência sofrida.

A casa possui também uma brinquedoteca, para maior conforto e acolhimento das crianças. A forma de acolhimento foi estruturada de modo a atuar no resgate da autoestima de mulheres que se encontram em situação de vulnerabilidade, evitando, assim, o processo de revitimização.

Denúncia

Ana Paula Balbino reforça, ainda, que todo caso de violência doméstica e familiar contra a mulher deve ser denunciado.

“Além das delegacias especializadas de atendimento à mulher, a Polícia Civil disponibiliza às vítimas de violência doméstica e familiar na capital diversos canais e locais para denúncia, entre eles, a Casa da Mulher Mineira”.

O registro também pode ser feito diretamente em outras unidades policiais, via disques 180 ou 181 e também pela Delegacia Virtual nos casos de ameaça, vias de fato/lesão corporal e descumprimento de medida protetiva.

Acesse o manual produzido pela Polícia Civil e saiba mais sobre o tema neste link.

A Casa da Mulher Mineira funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, na Avenida Augusto de Lima, número 1.845, no Barro Preto, em Belo Horizonte. O telefone (31) 3330-1758.

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Solução transitória que mantenha atendimento de hospital em Uberlândia é defendida

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA