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Casal suspeito de matar idoso em Poços de Caldas é preso em São Paulo

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Divulgação/PCMG

Uma mulher, de 22 anos, e um homem, de 31, foram presos em flagrante pelas polícias civil de Minas Gerais (PCMG) e do Estado de São Paulo (PCESP), nessa terça-feira (7/3), em Campinas, estado de São Paulo, suspeitos de matar e roubar um idoso de 70 anos. O crime ocorreu em Poços de Caldas, Sul do estado.

Os suspeitos do crime são a filha e o genro da vítima. Após rastreamento, eles foram detidos próximos à rodoviária da cidade paulista por pedido da PCMG à PCESP, que contou também com apoio da Polícia Militar daquele Estado.

Dinâmica dos fatos

A vítima, que era deficiente visual, foi brutalmente agredida pelo casal, que a deixou na cama ao perceber que estava morta, e, em seguida, tomou o cartão bancário dela e fugiu rumo a São Paulo.

Conforme levantamentos da PCMG, um outro casal que habitava a casa e presenciou o crime foi levado pelos investigados até a cidade de Bueno Brandão, a 117 quilômetros, onde deixaram o casal, que trabalhava naquela cidade, e, posteriormente, contrataram um taxista para levá-los até Campinas. Daquela cidade, eles pretendiam pegar ônibus para o estado do Maranhão, onde residem familiares do homem suspeito.

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Com auxílio da PCESP, o casal foi detido, e a equipe da Polícia Civil em Poços de Caldas trouxe os suspeitos para a cidade mineira, onde foram interrogados. Eles confessaram as agressões contra o idoso, detalhando que ele teria caído e desfalecido. Segundo os presos, ao não perceberem mais qualquer sinal vida da vítima, eles então levaram o cartão bancário dela para custear as despesas da fuga e fugiram.

Negligência

O delegado Thiago Henrique do Nascimento Moreira, responsável pelo caso, explica que inicialmente havia a hipótese do crime se tratar de um latrocínio – roubo seguido de morte. Contudo, com o avançar das investigações, a PCMG constatou uma dinâmica familiar que levou à descoberta de situações de negligência quanto ao idoso já constantes.

“Os suspeitos já eram os responsáveis legais da vítima, que recebia apenas uma pensão assistencial. Contudo, ele era bastante negligenciado aos seus cuidados básicos. O imóvel também era um ambiente inóspito para habitação. Além disso, testemunhas indicam que ele sofria maus-tratos regulares tanto da filha quanto do genro”, revelou o delegado.

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O homem e a mulher foram autuados em flagrante pelos crimes de maus-tratos com resultado morte e por furto qualificado, sendo encaminhados ao sistema prisional, à disposição da Justiça.

As investigações foram realizadas pela equipe de Furtos e Roubos da Delegacia Regional de Polícia Civil em Poços de Caldas.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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