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Centro terapêutico suspeito de irregularidade é fiscalizado em Machado

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em ação conjunta com o Ministério Público e a Vigilância Sanitária, fiscalizou um centro terapêutico na zona rural de Machado, no Sul do estado. Durante a inspeção, realizada na quinta-feira (6/6), foram constatadas diversas irregularidades nas condições sanitárias do local, sendo cinco pessoas presas em flagrante pelos crimes de tortura, tráfico de entorpecentes, maus-tratos, sequestro, cárcere privado e organização criminosa.

Em conversa com internos do centro, homens com idades entre 19 e 54 anos, eles relataram a internação involuntária e práticas de tortura física e psicológica. Eles, inclusive, mencionaram existir uma sala no local para esses castigos. No cômodo mencionado, os policiais encontraram objetos (entre cinturões com braceletes para imobilização e faixas) que as vítimas apontaram como os utilizados na tortura.

Ainda no local foram encontrados recipientes identificados como drogas e álcool, contendo medicamentos, bem como caixas de remédios controlados sem prescrição médica e blocos de receitas em branco, assinados pelo médico responsável, mas sem indicação da origem.

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Os internos afirmaram que esses medicamentos eram usados para sedá-los quando tentavam fugir do local, sendo administrados por qualquer funcionário do centro.

Durante a inspeção, o gerente do local tentou fugir, mas foi interceptado e preso em flagrante pela Polícia Militar. Com ele foram encontrados cheques, dinheiro e um comprovante de depósito.

Todos os funcionários do estabelecimento foram detidos e encaminhados à delegacia, enquanto documentos e pastas foram apreendidos para investigação.

As apurações continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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