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Chame a Frida está ativo nas comarcas de Governador Valadares e Guanhã

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que o sistema Chame a Frida está em funcionamento nas comarcas de Governador Valadares e Guanhães, na região Leste do estado.

O projeto, que consiste no atendimento virtual direcionado a mulheres vítimas de violência, foi implantado, inicialmente, pela Delegacia Regional de Manhuaçu, em abril de 2020, e já é realidade em várias unidades policiais do estado.

A Frida é uma atendente virtual que utiliza o aplicativo WhatsApp para atender de forma imediata às solicitações de mulheres vítimas de violência por meio de mensagens pré-programadas. Na prática, a mulher inicia uma conversa e, de forma automática, é feito o acolhimento e esclarecimento das principais dúvidas. Além disso, a atendente virtual pode fazer uma avaliação preliminar do risco, direcionar ou acionar a polícia, além de apresentar serviços disponíveis.

Por meio desse serviço, também é possível agendar horário para comparecimento a uma delegacia, programar a realização do exame de corpo de delito, obter informações sobre a Lei Maria da Penha e sobre medidas necessárias em caso de violência, além de orientações sobre procedimentos legais e de proteção. Sempre que necessário, a mulher é direcionada para falar diretamente com um policial civil.

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Horário de atendimento

Os atendimentos ocorrem de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h; e das 14h às 18h; não havendo atendimento em regime de plantão e urgência. Portanto, nestes casos o próprio aplicativo já orienta a vítima a entrar em contato por meio do 190, para acionamento do policiamento ostensivo, que atenderá o chamado presencialmente.

– Municípios atendidos pela comarca de Governador Valadares: Governador Valadares, Alpercata, Frei Inocêncio, Matias Lobato, Marilac, Periquito, São José da Safira e São Geraldo da Piedade – (31) 9469-3322;

– Municípios atendidos pela comarca de Guanhães: Guanhães, Senhora do Porto e Dores de Guanhães – Contato: (31) 98233-5283.

Atendimento humanizado

O objetivo principal do projeto é facilitar a comunicação de mulheres em situação de violência com a PCMG, uma vez que, por diversas ocasiões, a vítima é obrigada a se dirigir até uma delegacia para solicitar ajuda, informações, e até mesmo para conseguir um documento. Muitas vítimas precisam ainda se deslocar de locais distantes, como zona rural, e devido à dificuldade de transporte, muitas mulheres deixam de comparecer à delegacia. Além disso, deve-se considerar a falta de recursos financeiros de algumas mulheres para o deslocamento, a necessidade de cuidar dos filhos pequenos, a exaustiva carga de trabalho em dupla jornada, entre outras dificuldades.

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O Chame a Frida é um projeto desenvolvido em consonância com a diretriz institucional, descrita no Planejamento Estratégico da PCMG, que define “Aprimorar e ampliar o atendimento e a proteção ao Cidadão”, além de atender também ao programa do Governo Federal sobre a ampliação do acesso e o alcance das políticas de direitos, com foco no fortalecimento da família, por meio da melhoria da qualidade dos serviços de promoção e proteção da vida, desde a concepção, da mulher, da família e dos direitos humanos para todos.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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