Polícia
Chefia da PCMG recebe mulheres para café em alusão ao Outubro Rosa

O cuidado com a saúde da mulher e a valorização das profissionais da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) marcaram um encontro promovido, na manhã desta sexta-feira (28/10), na Cidade Administrativa de Minas Gerais (Camg), pela chefia da instituição. Participaram do evento, que integra a campanha Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama, cinquenta servidoras, as quais foram recebidas para um café da manhã, com apresentação de orientações e informações referentes ao tema.
No primeiro momento do evento, as participantes assistiram a um vídeo de entrevista com uma médica especialista em mastologia, por meio do qual aprenderam as principais características que sinalizam a doença – o segundo tipo de câncer mais comum em mulheres – e formas de prevenção.
Pensando nessa necessidade, o Hospital da Polícia Civil (HPC) anunciou parceria firmada com a Rede Materdei de Saúde que terá sequência no mês de novembro. No dia 10 do próximo mês, servidoras conveniadas ou não poderão agendar mamografias na unidade da Rede localizada em Betim. Interessadas devem enviar mensagem para o WhatsApp (31) 99328-8488, informando nome, telefone para contato e data de nascimento.
Na sequência, a inspetora-geral de Escrivães, Luciene Cardoso Murta Vilela, contou às servidoras presentes sobre a própria experiência com os cuidados que toda mulher deve adotar a partir dos 40 anos. Há quatro anos, Luciene descobriu um nódulo na mama e procurou tratamento o mais rápido possível. “Fiz a biópsia e, felizmente, se tratava de um nódulo benigno. Foram quatro meses de muita angústia. Assim, reafirmo para todas as mulheres a importância de se colocar como prioridade o autocuidado”, alertou.
Da mesma forma, a chefe-adjunta da PCMG, delegada-geral Irene Angélica Franco e Silva Leroy, relatou a história de uma amiga e colega que padeceu pelo câncer de mama, experiência marcante, segundo ela. “Depois disso, fiquei pensando no que eu poderia ter feito, no que mais poderia ter ajudado. Então, hoje, recomendo que todas as mulheres em posição de decisão, as gestoras, assim como eu, que façam esse apelo a suas colegas”, disse. “Devemos, juntas, replicar essa conscientização para que chegue ao maior número possível de mulheres”, propõe.
Representatividade
Conforme lembrou o chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado-geral Joaquim Francisco Neto e Silva, pela primeira vez, em mais de 200 anos de história da instituição, o Conselho Superior da Polícia Civil (CSPC) é formado por seis mulheres – cinco delegadas e uma escrivã.
A representatividade foi pontuada no discurso de Joaquim Francisco às servidoras. “Quero parabenizar as mulheres da nossa instituição por conseguirem, tão bem, conciliar tarefas tão complexas, que envolvem o cuidado com a família, filhos, casa, enfim, todo um universo, e, mais do que isso, dedicarem-se tão bem à Polícia Civil”, elogiou. “Devemos nos lembrar que Minas é, atualmente, referência no campo da proteção às mulheres. É por isso que sentimos orgulho de trabalhar com motivação, com projetos e estratégias que visem cada vez mais qualidade de vida às senhoras”, completou.
A escrivã Raquel Ramos Faleiro Cruz, que esteve no evento representando o Sindicato dos Escrivães de Polícia de Minas Gerais (Sindep/MG), elogiou a iniciativa da PCMG. “É muito gratificante sabermos que existe esse olhar para nós mulheres na instituição, uma preocupação com a nossa saúde, especialmente nesse momento de grande atenção que simboliza o Outubro Rosa”, afirmou.
Câncer de mama
No Brasil, estima-se que há incidência de 66.280 novos casos de câncer de mama, para cada ano do triênio 2020-2022. O número corresponde a um risco estimado de 61,61 casos novos a cada 100 mil mulheres.
De acordo com informações do HPC, mulheres acima de 40 anos devem ter cuidado redobrado quanto a sua saúde. Alguns sinais devem ser observados, como secreção no mamilo; mamilo invertido; inchaço em parte da mama; dor na mama ou mamilo; inchaço em toda a mama; caroço na axila; pelo com aspecto enrugado e irritação na pele.
Além disso, alguns fatores de risco podem contribuir para o câncer de mama, tais como obesidade; ingestão de álcool; hábito de fumar; uso de contraceptivos orais a base3 de estrogênio por longo período; menarca precoce (idade da primeira menstruação menor que 12 anos) ou menopausa tardia (após os 50 anos); primeira gravidez após os 30 anos; mulheres sem histórico de gestação e terapia de reposição hormonal pós-menopausa prolongada (por mais de cinco anos).
Prevenção
O HPC alerta que o exame das mamas realizado pela própria mulher é recomendado, mas não substitui a consulta com um médico especialista. A mamografia é realizada no caso de resultado alterado do exame, para mulheres de 40 a 49 anos e, a cada dois anos, para as de 50 a 69 anos.
A Polícia Civil de Minas Gerais agradece o apoio oferecido pelo Sindep/MG para o sucesso do evento.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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