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Congonhas: PCMG resgata macaco-prego em condição ilegal

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Divulgação/PCMG

No mês da prevenção contra a crueldade animal, o Abril Laranja, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apurou, nesta quinta-feira (4/4), uma denúncia sobre um homem, de 26 anos, morador do município de Congonhas, região Central do estado, que estaria postando em redes sociais fotos com um animal da fauna silvestre. De acordo com as informações levantadas pela PCMG, o investigado estaria fornecendo drogas e bebidas alcoólicas ao animal e publicando tais condutas nas redes sociais.

Após investigações, a equipe de policiais civis se deslocou até a residência do suspeito, no bairro Ideal, em Congonhas. No local, foi encontrado um macaco-prego, em péssimas condições, sofrendo maus tratos e sendo submetido a um alto nível de estresse, além de se encontrar sem água e comida.

Com apoio do Corpo de Bombeiros Militares e da veterinária Carla Sassi, o macaco foi apreendido e encaminhado para receber os cuidados necessários. De acordo com a veterinária, o animal estava em condições inapropriadas e com o chamado comportamento estereotipado de estresse, com a ponta da cauda o tempo inteiro na boca, como se fosse uma chupeta, além de estar ingerindo as próprias fezes. “Infelizmente esta é uma realidade comum no Brasil no que diz respeito aos macacos pregos ilegais”, destacou a veterinária.

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A delegada de polícia responsável pelo caso, Juliana Aparecida Neto Fernandes, afirmou que todas as medidas legais estão sendo adotadas, sendo que o suspeito foi conduzido para a unidade policial de Congonhas para as providências necessárias.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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