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Contagem: PCMG conclui que garota foi morta por motivos passionais

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Divulgação/PCMG

Dois homens, de 26 e 32 anos, e uma mulher, de 24, são procurados pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) pelo homicídio de uma adolescente, de 17 anos, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O crime ocorreu em 5 de novembro do último ano, quando a jovem foi sequestrada, agredida até a morte e teve o corpo desovado na Lagoa Várzea das Flores. Investigações apontam que a motivação foi passional.

O caso tomou grande repercussão na ocasião em razão de filmagens divulgadas em redes sociais do momento em que a adolescente era retirada de uma boate localizada em Betim, também na RMBH, passando a ser brutalmente espancada.

O delegado responsável pelo inquérito policial, da Delegacia Especializada de Homicídios Contagem, Anderson Resende Kopke, detalha a dinâmica do crime. “A vítima estava em uma boate localizada no Parque São João, na companhia de amigos, quando foi vista pelos suspeitos. O encontro foi eventual. Assim, os três, que já nutriam rivalidade pela menina, a dominaram e a sequestraram de lá, mesmo ante a tentativa dos amigos em interceder contra o ato criminoso”, relata o delegado. “Eles então a colocam em um veículo, conforme atestamos nas imagens recuperadas, e a levam em direção à Várzea das Flores. Durante o caminho ela é espancada violentamente, inclusive com pedradas, e, depois de morta, seu corpo é desovado naquele local”, complementa.

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Rivalidade

A PCMG apurou que apesar de os investigados estarem envolvidos na criminalidade, o homicídio teve motivação passional. A vítima se relacionou durante um período com o suspeito de 32 anos e posteriormente foi apresentada ao amigo, de 26, e à esposa dele, de 24. Assim, os quatro tentaram formar uma sociedade para abrir uma boate de striptease, o que acabou não dando certo. “Contudo, a mulher teria nutrido durante o convívio inveja e ciúmes da vítima, que era muito bonita e bastante extrovertida, era uma menina que chamava atenção. Por isso, entendemos que houve um encontro ocasional entre os três, que já compartilhavam dessa antipatia pela garota, na boate, onde os fatos tiveram início”, esclarece a delegada regional em Contagem, Elisa Moreira.

Procura-se

Ao final das investigações, com a conclusão do inquérito policial em dezembro do ano passado, a PCMG representou pela prisão preventiva do trio, que permanece foragido. São eles: Bruno Borges de Souza Pereira, 26 anos; Gabriela Rodrigues Bispo, 24; e Ramon Gibson Costa, 32, – cartazes disponíveis em anexo.

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Quaisquer informações que possam contribuir para a localização dos procurados podem ser repassadas por meio do Disque-Denúncia Unificado (DDU) 181 ou pelo 197. O sigilo é garantido.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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