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Criado o 1º Código Finalístico de eliminação de documentos para a PMMG

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Este código, após estudo recente produzido do Centro de Gestão Documental (CGDoc/PMMG), foi criado pelo Arquivo Público Mineiro (APM) que é, por força de Lei, a instituição arquivística do Poder Executivo em Minas Gerais.

O instrumento vai permitir a eliminação do Boletim de Ocorrência Policial Militar (BOPM) e do Boletim de Ocorrência Simplificado (BOS) produzidos antes da criação do Registro de Evento de Defesa Social (REDS), e que ainda estão arquivados nas diversas Unidades de toda PMMG. Por meio do Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade de Documentos (PCTTD), vai, a partir de agora, iniciar um processo de descarte de tais documentos.

Para se eliminar este tipo de arquivo foi necessário elaborar um documento de acordo com o Plano de Classificação (PC). Cada tipo de documento foi criado um código específico e estipulado um tempo exigido para sua tramitação/eliminação, de acordo com a Tabela de Temporalidade (TT), prevista em lei. Na PMMG não havia código para este tipo de documento BO e BOS, pois não existe um registro equivalente na atividade meio em outros órgãos do Poder Executivo.

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Agora, as diversas Unidades da PMMG poderão eliminar esses tipos documentais de BOPM e BOS, registrados em papel físico, por meio do trabalho de suas respectivas Subcomissões Permanentes de Avaliação de Documentos (SubCPADs), com a devida orientação do CGDoc. Com isso, serão liberados espaços importantes para o melhor desenvolvimento dos trabalhos locais em toda extensão de nossa bissecular PMMG, bem como reduzindo custos diversos e ajudando a garantir a sustentabilidade de nossa corporação.


Fonte: Policia Militar de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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