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Deflagrada 4ª fase da operação Celular Zero no Triângulo Mineiro

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Divulgação/PCMG

Nesta terça-feira (21/11), foi deflagrada a quarta fase da operação Celular Zero para apuração e repressão a uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, corrupção, lavagem de capitais e ingresso de celulares dentro de unidades prisionais da cidade de Uberlândia, Triângulo Mineiro, e região.

A ação foi coordenada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – Regional Uberlândia, com participação das polícias Civil (PCMG), Militar e Penal, para o cumprimento de mandados de busca e apreensão, tendo como um dos alvos um policial penal.

De acordo com a investigação, uma organização criminosa foi montada em Uberlândia e região, formada por presos, servidores públicos e pessoas em liberdade, para cometer crimes como corrupção ativa e passiva, tráfico e associação para o tráfico de entorpecentes, introdução de aparelho celular em presídios e lavagem de capitais.

Entre os investigados estão servidores públicos vinculados ao sistema prisional na cidade de Uberlândia, bem como presos integrantes da maior organização criminosa do país, a qual conta com ramificações internacionais inclusive. De acordo com o Gaeco Uberlândia, as apurações prosseguem em andamento, de forma sigilosa.

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*Texto adaptado do MPMG

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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