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Diamantina: suspeito de furto é preso ao negociar notebook subtraído

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na terça-feira (28/2), prendeu em flagrante um homem que tentava vender um notebook furtado do interior de uma república durante o Carnaval em Diamantina, região do Jequitinhonha. O aparelho recuperado, avaliado em torno de R$ 4 mil, era oferecido por R$ 1,6 mil. Após a apreensão, o bem foi restituído à vítima.

Segundo apurado, o suspeito é contumaz na prática de delitos patrimoniais e já foi indiciado por mais de dez furtos a postos de saúde ocorridos nos últimos dois anos, ocasiões em que desligava a energia elétrica dos locais, chegando a causar perda de grande número de doses de vacina em plena pandemia de Covid.

O homem também é investigado por remoção de componentes eletrônicos, distribuindo-os por meio de perfis falsos na internet ou em lojas de equipamentos de informática. A equipe da PCMG responsável pela investigação de crimes contra o patrimônio em Diamantina espera que, com a prisão do suspeito, haja redução de delitos dessa natureza na região.

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Fique atento

A Polícia Civil alerta a população sobre a aquisição de objetos com valor muito baixo, desproporcionalmente ao praticado no mercado, sendo esse o principal indicativo de origem ilícita do bem. Receptar mercadorias furtadas ou roubadas é crime com pena de um a quatro anos de prisão, passando para três a oito anos quando praticado no exercício de atividade comercial, mesmo informal.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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