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Dona de salão na Zona Sul de BH é indiciada pela PCMG por estelionato

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Divulgação/PCMG

A dona de um salão de beleza, localizado no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, foi indiciada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) pelos crimes de estelionato e lavagem de capitais. As vítimas da suspeita, de 41 anos, seriam clientes do salão, a maior parte idosas, entre elas, uma mulher de 81 anos.

Conforme apurado pela equipe da 1ª Delegacia de Polícia Centro, no momento de efetuar as cobranças pelos serviços prestados, a proprietária do salão, que também é manicure, passava os cartões bancários das vítimas em diferentes máquinas, alegando falhas técnicas nas cobranças.

A fim de ludibriar as vítimas e esconder a origem ilícita dos valores recebidos, a suspeita teria habilitado os equipamentos em nome de familiares e conhecidos, sem o consentimento deles. As investigações apontam que uma das vítimas teve prejuízo superior a R$8 mil.

Até o momento, a PCMG identificou três vítimas que, acreditando na boa fé da investigada, não suspeitaram do esquema criminoso.

Em conversa com a investigada, ela confessou as fraudes e entregou as máquinas de cartão de crédito aos policiais.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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