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Drogarias em Contagem são alvo da operação Tarja Preta

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta quinta-feira (17/8), foi realizada em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, a operação Tarja Preta, destinada à fiscalização de irregularidades em quatro drogarias denunciadas na cidade. Quatro pessoas foram conduzidas à delegacia. A ação é fruto de uma cooperação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) com a Vigilância Sanitária, Conselho Regional de Farmácia, Procon, Guarda Municipal, Receita Estadual e Receita Municipal.

Durante a ação, desencadeada nos bairros Riacho das Pedras, Centro e Funcionários, foram apreendidos medicamentos controlados pela Portaria 344/98 do Ministério da Saúde, sem procedência e sem escrituração, além de medicamentos e produtos vencidos. Também foram encontrados medicamentos de distribuição exclusiva do SUS, o que sugere a prática de receptação. Todos os medicamentos recolhidos estavam mantidos em depósito e expostos à venda.

Conforme explica a delegada Andrea Pochmann, uma das coordenadoras da ação, a venda irregular de medicamentos controlados configura o crime de tráfico de drogas. “Três pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar declarações e as investigações agora prosseguem para apurar todas as denúncias”, adiantou. A delegada relatou, ainda, a surpresa das equipes ao encontrar grande quantidade de medicamentos em situação irregular. “Em apenas uma das farmácias que fiscalizamos, saímos com quase um caminhão cheio de remédios apreendidos”, disse.

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Estão sob investigação crimes contra o consumidor (produtos vencidos expostos à venda), tráfico de drogas (medicamentos controlados da Portaria 344/98 da SVS-MS, sem procedência e sem escrituração) e possível crime de receptação (medicamentos de distribuição exclusiva do SUS, todos mantidos em depósito e expostos à venda).

Denúncias

Conforme esclarece o delegado Marcos Vinícius Almeida da Cunha, também responsável pelas investigações, os estabelecimentos já eram alvo de denúncias por parte da população. “É bom frisar para toda a população que tais denúncias são muito importantes para que tenhamos a informação e possamos conjuntamente coibir essa prática que é muito lesiva para o consumidor”, disse.

Além dos medicamentos, durante as buscas foram apreendidas cinco máquinas caça-níqueis e materiais relacionados ao jogo do bicho. Um homem foi conduzido à Central Estadual do Plantão Digital para assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pela contravenção penal.

As investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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