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Duas mulheres são presas pela PCMG em Januária por estelionato

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Divulgação/PCMG

Duas mulheres, de 24 e 31 anos, foram presas na tarde dessa terça-feira (30/5), depois de aplicarem o golpe do Pix em um supermercado, localizado em Januária, na região Norte do estado. Uma delas foi autuada em flagrante por estelionato e a outra envolvida é investigada por participação no crime.

A prisão da dupla ocorreu depois que a gerente do estabelecimento procurou a Polícia Civil para denunciar o crime. Ela contou que, dias antes, as suspeitas haviam realizado duas compras, nos valores de R$413,47 e R$250,05, comprovando o pagamento com o envio de uma nota falsa de transferência. Na terça, conforme relato da vítima, as investigadas realizaram nova compra, enviando outro comprovante falsificado.

O responsável pela investigação, delegado William Araújo, informou que no momento em que a suspeita de 24 anos recebia as compras em sua residência, os investigadores abordaram a mulher e efetuaram a prisão em flagrante.

Sobre o crime cometido, ela contou que realizava o agendamento do Pix em seu aplicativo do banco e depois gerava um comprovante falso usando um artifício encontrado em uma plataforma virtual para alterar os dados, produzindo a aparência de um comprovante legítimo. Depois, ela contava com a ajuda de uma amiga para realizar a fraude, a qual, segundo a suspeita, também teria se beneficiado com alguns produtos adquiridos durante a compra no supermercado.

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Após ser localizada, inicialmente, a suspeita de ser cúmplice nos crimes negou participação no esquema, contudo, após ser confrontada pela outra suspeita, assumiu ter ajudado na execução da fraude, bem como ter recebido alguns itens da compra.

A mulher de 24 anos foi autuada em flagrante por estelionato, enquanto a outra segue sendo investigada no procedimento pela mesma prática criminosa. A mulher autuada está no sistema prisional, à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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