Polícia
Em Peçanha: PCMG prende suspeito de atear fogo na casa da vizinha

Nesta terça-feira (8/11), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Peçanha, região Leste de Minas, cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem, de 32 anos, suspeito de incendiar a casa de uma mulher, de 35, vizinha dele, no último dia 27 de outubro, no Córrego do São Geraldo, no município.
Com a notícia do crime, a Polícia Civil deu início aos levantamentos investigativas e apurou que, no dia 23 de outubro, o suspeito teria agredido a vítima, que sofreu uma relevante lesão no rosto, além de ter sido ameaçada de morte. Na ocasião, a mulher procurou auxílio policial, sendo direcionada ao hospital. Com medo das ameaças, e por ser vizinha do suspeito, ela não voltou mais para casa.
Desde então, o imóvel permaneceu trancado, enquanto a vítima tentava se recuperar da lesão, residindo em outro lugar. Mesmo assim, as ameaças e perseguições persistiram. Poucos dias depois, a ameaça do suspeito se tornou concreta. A vítima recebeu uma ligação da vizinha, que a informou que a casa dela estava incendiando. Alguns vizinhos se movimentaram e, depois de muito esforço, conseguiram apagar o fogo.
De acordo com o delegado Gabriel Teixeira, “tudo estava destruído. O trabalho de anos estava acabado. Os bens da vítima e dos filhos dela viraram cinzas. As carcaças de objetos de algum valor não estavam no local, aparentando subtração anterior ao fogo”, disse o delegado, que ressaltou que até uma campanha foi organizada pela vizinhança para arrecadar bens, tendo em vista que só restou à vítima a roupa do corpo.
Ainda segundo Teixeira, depois dos levantamentos, entrevistas e depoimentos realizados pela PCMG, todos os elementos indicaram para um só suspeito: o vizinho da vítima. “Por apresentar risco concreto à mulher e aos moradores locais, nós representamos, então, pela prisão preventiva do suspeito, cuja medida foi deferida pela Justiça, sendo o mandado expedido na última sexta-feira (4/11)”, finalizou.
A partir de então, foram realizadas recorrentes apurações locais para localizar o homem, o qual monitorava a chegada dos policiais civis ao local e fugia, pernoitando, inclusive, em mata. Contudo, nesta terça-feira, após avistar os policiais no centro da cidade, o suspeito entrou numa loja de brinquedos, tentando se despistar, mas a ação do homem foi percebida pela equipe, que conseguiu abordá-lo e efetuar a prisão, conduzindo-o à Delegacia de Polícia.
Finalizados os procedimentos de polícia judiciária, o homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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