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Ex-funcionários de empresa são indiciados por apropriação indébita

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Coronel Fabriciano, no Vale do Rio Doce, concluiu um inquérito policial e indiciou três pessoas pelo crime de apropriação indébita, cometido contra uma empresa, localizada no Distrito Industrial da cidade.

De acordo com as investigações, dois funcionários, de 35 e 32 anos, e a esposa deste último, de 31, desviaram os valores pertencentes à empresa em benefício próprio. Conforme apurado, os funcionários eram os responsáveis pelo gerenciamento dos cartões de alimentação da empresa. Eles não repassavam as quantias correspondentes ao auxílio para os demais funcionários da empresa, com o propósito de utilizar tais valores para arcar com despesas próprias.

Em uma das ocasiões, os dois suspeitos foram inclusive flagrados pelo proprietário da empresa fazendo uso dos cartões em uma churrascaria. O cartão estava registrado em nome de um dos motoristas da empresa, sem o consentimento dele. Ainda, durante a investigação, houve a comprovação de que um dos ex-funcionários chegou a adquirir um veículo de luxo, mesmo diante da incompatibilidade da sua renda, de aproximadamente dois salários mínimos.

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Conforme apurado, os ex-funcionários desviaram da empresa cerca de R$ 60 mil entre os anos de 2019 e 2020. Na delegacia, eles permaneceram em silêncio.

Ao final do inquérito, os suspeitos foram indiciados pelo crime de apropriação indébita, previsto no artigo 168 do Código Penal, ficando sujeitos à pena de reclusão de um a quatro anos, com possibilidade de aumento de pena na fração de um terço pelo fato de o crime ter sido cometido no exercício do emprego dos ex-funcionários.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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