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Fomento à produção acadêmica: PCMG lança 3ª edição da Revista Avante

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Divulgação/PCMG

Na tarde desta sexta-feira (16/12), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) promoveu o lançamento da 3ª edição da Revista Avante, voltada à valorização profissional e à criação de um espaço acadêmico aberto para debates de questões relevantes sobre a temática de Segurança Pública, Ciências da Investigação e Justiça Criminal. A solenidade ocorreu na Academia de Polícia Civil (Acadepol), oportunidade em que também foi inaugurada a galeria de fotos dos diretores da Acadepol.

Para a composição da nova edição da Revista Avante – até então composta por conteúdos de autoria de servidores da PCMG -, pela primeira vez, foram abertas submissões ao Conselho Editorial para o público externo. A diretora da Acadepol, delegada-geral Cinara Liberal, agradece aos participantes e reforça o convite para contribuições futuras: “São os nossos servidores e colaboradores de outras instituições parceiras que trazem para a realidade acadêmica estudos científicos que mostram a importância do ser polícia judiciária”.

Ao todo, foram recepcionadas 43 produções, sendo selecionados para a terceira edição da revista 11 artigos que abordam desde os princípios da boa-fé processual até a valorização profissional. O promotor de Justiça Marcos Paulo de Souza Miranda, que assina o conteúdo “A aplicação dos deveres da lealdade, boa-fé e cooperação no âmbito do processo penal e as consequência do seu descumprimento”, ressalta a iniciativa da PCMG.

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“O Ministério Público reconhece a relevância do trabalho da revista Avante, que reúne importantes artigos sobre aspectos da realidade, do dia a dia, enfrentados pelos operadores do direito. É fundamental o nosso entrosamento, a nossa interlocução e o nosso aperfeiçoamento em benefício daquilo que nós buscamos, que é a prestação de um serviço de qualidade à sociedade mineira”, pontua o promotor ao mencionar a importância da formação continuada dos integrantes do sistema de justiça e segurança pública.

Avante

Com publicação semestral, a revista acadêmica é disponibilizada no formato impresso e digital. A primeira edição foi lançada em 20 de setembro de 2021, com 12 artigos publicados, e a segunda incluiu dez trabalhos. O periódico da PCMG tem por objetivo a difusão do conhecimento adquirido de vivências, pesquisas, estudos e experiências policiais por meio da publicação de artigos acadêmicos e científicos.

Confira AQUI a nova edição da Revista Avante.

Galeria

A Galeria Diretores da Academia e Polícia Civil de Minas Gerais agora conta com o registro fotográfico daqueles que estiveram à frente da Acadepol a partir do exercício de 2007 até a presente data: delegados Cylton Brandão da Matta (2007 – 2011); Marco Antônio Monteiro de Castro (2011 – 2015); Anderson Alcântara Silva Melo (2015 – 2016); Helbert Alexandre do Carmo (2016 – 2017); Ana Cláudia Oliveira Perry (2017 – 2019); e Cinara Maria Moreira Liberal (gestão 2015 e gestão 2019 – em exercício).

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Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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