Polícia
Foragido de Minas com nome na lista da Interpol é preso no Pará
Esforços conjuntos da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) em Governador Valadares – composta pelas polícias Federal (PF), Civil de Minas Gerais (PCMG), Militar e Penal – e da Polícia Civil do Pará (PCPA) resultaram na prisão de um homem, de 56 anos, nesta terça-feira (12/12), suspeito de homicídio cometido na cidade mineira de São João Evangelista, região do Vale do Rio Doce. O alvo, que estava inscrito na Difusão Vermelha da Interpol, foi localizado no município paraense de Canaã dos Carajás.
O investigado estava foragido desde a ocorrência do crime, em janeiro de 2021. Durante as investigações, diversas informações sobre a possível localização do suspeito chegaram ao conhecimento das forças policiais, descartadas após apuração. A inclusão do nome do suspeito na Interpol foi necessária após notícia de que ele teria feito uma segunda tentativa de residir nos Estados Unidos da América (EUA).
Conforme informações obtidas pela Ficco, no ano de 2010, também em situação de foragido sob a acusação de outro homicídio, praticado em 2001, o homem foi preso em Port St. Lucie, na Flórida (EUA). Na ocasião, a U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) o prendeu por porte de armas (duas pistolas .40), falsidade ideológica e status migratório irregular.
Prisão no Pará
O investigado foi preso em Canaã dos Carajás após levantamentos realizados nos últimos anos por equipes da PF em Governador Valadares, Belo Horizonte e Brasília; da Ficco em Governador Valadares; da Delegacia de Polícia Civil em São João Evangelista e da Divisão de Repressão ao Crime Organizada da PCPA.
Hoje, além do cumprimento do mandado de prisão pelo homicídio de 2021, os policiais civis do Pará autuaram o investigado em flagrante por uso de documento falso. O preso foi levado para a Delegacia de Polícia Civil em Parauapebas (PA) e será encaminhado para uma unidade do sistema prisional daquele estado, onde ficará à disposição da Justiça de Minas Gerais.
As ações policiais desencadeadas na Ficco em Governador Valadares, coordenadas pelo delegado da PCMG Rodrigo Nalon, são produto de integração e cooperação interagências dos órgãos policiais, sem fronteiras.
Fonte: Polícia Civil de MG
Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados
Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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