Polícia
Fotógrafo é indiciado por abuso de criança de 10 anos em Betim

Um fotógrafo de 42 anos foi indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) após investigação sobre o abuso sexual de uma criança, de 10 anos, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime teria ocorrido durante um ensaio fotográfico.
Com base no inquérito coordenado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), o homem foi indiciado pelos crimes de estupro praticado contra menor de 18 anos e maior de 14 anos, estupro de vulnerável e pedofilia (artigo 240 e artigo 241-B, ambos do Estatuto da Criança e do Adolescente).
Investigação
O caso foi investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Betim. Conforme informou a delegada Karla Moreira Lima Carvalho, durante os trabalhos policiais, a PCMG representou por um mandado de busca e apreensão na casa e estúdio do suspeito.
“Arrecadamos câmeras fotográficas, cartões de memória, o celular e o notebook do investigado. Todo esse material foi encaminhado ao Instituto de Criminalística da Polícia Civil e, por meio das perícias, encontramos vídeos contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças. Por esse motivo, esse homem foi indiciado pelo crime de pedofilia”, ressaltou.
O caso ganhou repercussão com a prisão do suspeito, no dia 6 de dezembro de 2023, resultando na denúncia de outras oito vítimas. Um dos abusos, cometido contra uma criança de 9 anos, teria ocorrido em 2023. As outras vítimas, atualmente maiores de idade, tinham entre 11 e 14 anos à época dos fatos. “Essas meninas foram induzidas a realizar fotos fora da presença dos pais. Ele as convenceu a vestirem biquíni, lingerie, e as persuadiu para que aceitassem fazer uma foto nua e, com isso, foram abusadas. Essas meninas se sentiam intimidadas a denunciar esse homem, até porque ele era muito bem quisto na sociedade, livre de qualquer suspeita”, contou.
Importância do diálogo com filhos
A delegada destacou sobre a importância dos pais orientarem seus filhos sobre condutas em relação à sexualidade. “Desde pequenininho, é necessário que os pais falem sobre quem pode encostar nas partes íntimas, porque por mais que a criança não tenha consciência, isso sendo explicado desde cedo, ela sabe o que é certo e o que é errado, sentindo-se incomodada quando a sua dignidade sexual é violada. É importante esse diálogo desde pequeno para que eles possam denunciar. Principalmente se esses pais levaram suas crianças para tirarem foto com esse homem”, ressaltou.
Karina ainda acrescenta que as Deams possuem uma estrutura para acolher as vítimas em caso de denúncia. “Lá nós temos um protocolo de acolhimento e atendimento dessas mulheres. Podem denunciar também pelo Disque 180 e Disque 100”, concluiu.
A Deam Betim está localizada na Rua Cecília Júlia do Prado, 255, segundo andar, Centro – Betim. Telefone: (31) 3438-5904
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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