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Funcionário de empresa em Itaobim é investigado pela PCMG por furto

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Divulgação/PCMG

Em Itaobim, no Vale do Jequitinhonha, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na sexta-feira (22/3), mandado de busca e apreensão domiciliar decorrente de investigação sobre furto mediante uso de dispositivo eletrônico em estabelecimento comercial da cidade. Na oportunidade, foram arrecadadas máquina de cartão, bobinas, cartões de crédito e materiais relacionados à investigação.

As investigações iniciaram após o proprietário de uma empresa perceber cancelamentos de operações de crédito indevidos em meses recentes. Por meio de levantamentos, a equipe da Delegacia de Polícia em Itaobim apurou que, desde o ano de 2022, um dos funcionários do estabelecimento estaria utilizando máquina de cartão diversa à titularizada pela empresa para que os clientes fizessem os pagamentos. De modo a simular a não realização da operação devida, o suspeito efetuava a operação de crédito na máquina do próprio estabelecimento e as cancelava, ocultando os cancelamentos.

Durante as investigações, foi apurado o registro de pessoa jurídica por parte do investigado, inclusive, com abertura de conta-corrente, por meio da qual ele recebia o valor furtado. O suspeito ainda teria realizado o cadastro na operadora do cartão com nome semelhante ao do estabelecimento comercial, de modo a transparecer que as cobranças aos clientes estariam sendo corretamente realizadas. O crime resultou em prejuízos à vítima que ultrapassam R$ 250 mil.

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Após representação da PCMG, a Justiça deferiu medida de restrição bancária e também proibição de contato do investigado com o proprietário e outros funcionários do estabelecimento, sob pena de prisão.

As investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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