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Governador Valadares: PCMG ministra palestra sobre cyberbullying

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Divulgação/PCMG

Nesta terça-feira (7/5), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Governador Valadares, região Leste do estado, participou de ação de conscientização na Escola Estadual Sinval Rodrigues Coelho, localizada no bairro Vila Isa. A atividade, com o tema “Cyberbullying”, teve como público-alvo adolescentes de 14 a 17 anos.

O encontro foi organizado pelo Núcleo de Acolhimento Educacional. A investigadora da PCMG e conselheira municipal do Direito da Mulher, Flavia Gusmão, elucidou aos estudantes os conceitos de cyberbullying e bullying, ressaltando que esse tipo de comportamento não apenas afeta emocionalmente as vítimas, mas também pode configurar crimes.

Responsabilização

A policial civil explicou detalhadamente as principais consequências criminais relacionadas com o cyberbullying. Entre os crimes mais comuns, Flávia citou a difamação, a injúria e a ameaça. A investigadora enfatizou que essas condutas são passíveis de punições, que variam desde advertência e prestação de serviços à comunidade até medidas socioeducativas em estabelecimentos apropriados.

Um ponto importante ressaltado pela investigadora foi que, muitas vezes, os agressores acreditam estar protegidos pelo anonimato da internet. Porém, ela alertou que, por meio de técnicas de investigação, é possível rastrear e identificar os autores dos crimes virtuais, independentemente de suas idades, resultando em responsabilização pelos atos, no caso de menores, em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente.

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Denúncia

Além de conscientizar sobre as implicações legais do cyberbullying, Flávia também destacou a importância da denúncia como meio efetivo de combate a essas práticas criminosas. A investigadora esclareceu que é fundamental que as vítimas, familiares e testemunhas denunciem os casos às autoridades competentes, a fim de que sejam tomadas as medidas cabíveis e os autores sejam responsabilizados.

Ao final da palestra, a investigadora se colocou à disposição dos alunos e da comunidade escolar para sanar dúvidas e oferecer orientações sobre o tema. “Os estudantes manifestaram interesse e participaram ativamente, fazendo várias perguntas relacionadas com cyberbullying. E a escola demonstrou seu compromisso em promover a segurança e o bem-estar dos alunos ao proporcionar eventos como esse, que visam conscientizar sobre a importância do respeito e do uso consciente da internet”, pontua a investigadora.

A PCMG disponibiliza uma cartilha acerca da temática: clique AQUI .

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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