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Homem é indiciado por morte de ex-companheira em Nova Porteirinha

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nessa segunda-feira (15/1), o inquérito que apurou a morte de uma jovem, de 21 anos, ocorrida em Nova Porteirinha, região Norte do estado. O ex-companheiro da vítima, com quem ela teve um filho e de quem estava grávida de um segundo, foi indiciado por feminicídio qualificado, furto, ocultação de cadáver e fraude processual.

As investigações iniciaram no dia 5 setembro de 2022, quando o corpo da vítima foi encontrado às margens da rodovia MGC 122, na altura do Km 147, sem nenhuma identificação.

Investigação

Conforme a delegada Glênia Balieira Torres Aquino, com base na análise do laudo da perícia médico-legal, a equipe da Delegacia de Polícia em Janaúba, responsável por apurar crimes de homicídio, identificou a vítima por meio de um fragmento de tatuagem. Após contato com a família e realização do exame de DNA, foi possível concluir que o corpo encontrado era o da jovem.

Durante os trabalhos, policiais recuperaram o celular da vítima, que havia sido vendido pelo suspeito após o crime, e constataram que, após matar a jovem e ocultar seu corpo, o homem furtou o celular dela e se apossou de suas redes sociais. Nelas, o homem fazia postagens e conversava com parentes e amigos da vítima, passando-se por ela, dando a entender que a jovem ainda estava viva.

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Prisão

No curso dos trabalhos investigativos, o homem foi preso temporariamente e teve o carro apreendido e periciado. No interior do veículo, foram encontrados indícios de que o automóvel teria sido utilizado pelo suspeito para transportar o corpo da ex-companheira.

Segundo Glênia, a vítima sofreu diversas pancadas na cabeça, o que causou a sua morte. A motivação pode estar relacionada a nova gestação da jovem e uma possível tentativa de reconciliação por parte da vítima, contrariando a vontade do suspeito.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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