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Homem é preso por estelionato e organização criminosa na capital

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Divulgação/PCMG

Um homem, de 31 anos, foi preso preventivamente, nessa quinta-feira (31/8), pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) pelos crimes de estelionato e organização criminosa, cometidos contra pelo menos 13 vítimas, com idades entre 17 e 65 anos, em Belo Horizonte. As investigações apontam que o homem estaria envolvido no conhecido golpe do falso emprego.

Conforme relatos das vítimas, elas teriam sido enganadas sobre a compra de cursos online, que não existiam, com a falsa promessa de vagas de emprego. Os investigados alegaram que o curso e as vagas de emprego existiam, entretanto, muitas vezes não conseguiam alocar os candidatos. O grupo teria atuado na capital no período de março a setembro de 2021.

Durante toda a investigação, foram arrecadados vários documentos, contratos, comprovantes bancários, celulares, entre outros objetos.

Além do homem de 31 anos, outras quatro pessoas já haviam sido presas pelo crime, sendo que os cinco irão responder por estelionato e organização criminosa.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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