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Homem é preso por porte de arma de uso restrito em Alfenas

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Divulgação/PCMG

Em cumprimento de mandado de busca e apreensão, nessa terça-feira (16/1), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) arrecadou em uma residência na cidade de Alfenes, no Sul do estado, vasto material utilizado para a confecção de munições e diversas armas de fogo.

Entre o material apreendido estão fuzis, escopeta calibre 12, pistolas, revólveres, caixas de munição de vários calibres, um vaso com um pé de maconha, além de kit rajada e uma prensa sem registro nos órgãos competentes.

O proprietário do imóvel alvo da ação, um homem de 48 anos, natural de São Paulo, identificou-se como colecionador e atirador esportivo (CAC), apresentando os registros das armas. No entanto, ele não cumpria os requisitos previstos em regulamentos do Exército e da Polícia Federal, mantendo o material em endereço diverso ao do registro e fora de cofre forte. Por esse motivo, ele foi preso em flagrante pelo crime de porte de arma de uso restrito em desacordo com regulamento e encaminhado ao sistema prisional.

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Investigação

A investigação iniciou após a troca de informações entre policiais das delegacias em Paraguaçu, Machado e Alfenas, em apuração sobre um foragido da Justiça de Alfenas que teria exibido fotos segurando um fuzil/carabina calibre 556 e uma espingarda calibre 12.

Diante desse indício, em um trabalho conjunto, as equipes da PCMG apuraram o endereço onde as armas estariam, sendo representado ao Poder Judiciário pelo mandado de busca e apreensão no local. O armamento arrecadado foi encaminhado para análise de perícia.

Segundo o delegado regional em Alfenas, Márcio Bijalon, “o fato de uma pessoa possuir a CAC não a exime de cumprir os regulamentos necessários para manter em sua residência armamentos de grosso calibre, como por exemplo o cofre-forte”.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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