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Homem que tentou matar ex-companheira e o padrasto dela é preso

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Divulgação/PCMG

Um homem de 44 anos foi preso temporariamente pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na noite dessa quinta-feira (2/3), no bairro Vila Maria, região Nordeste de Belo Horizonte. Ele é suspeito de tentar matar a ex-companheira, de 28 anos, e o padrasto dela, de 62. A prisão é fruto de uma ação integrada de policiais do Núcleo de Prevenção e Repressão aos Crimes de Tentativa de Homicídio – pertencente à Delegacia Regional de Polícia Civil Venda Nova – e do 13º Batalhão de Polícia Militar.

Conforme as investigações, a mulher, que já sofria violência doméstica pelo investigado, resolveu terminar com a relação abusiva de 12 anos e, nos últimos quatro meses, passou a sofrer graves atentados. Em uma das ocasiões, em janeiro deste ano, ela teve a casa incendiada, mas nem ela ou as filhas se encontravam na residência.

No dia 1º de fevereiro, o suspeito invadiu a casa armado com uma faca, arrombou o quarto em que a vítima e as filhas estavam e golpeou a mulher várias vezes. Ela apresentou cortes profundos em um dos braços e outras partes do corpo ao se defender do ataque. “A vítima se defendeu como pôde das facadas, ao mesmo tempo em que, acompanhada das filhas, gritavam desesperadamente por socorro. Por fim, ela conseguiu se desvencilhar do raio de ação do investigado, que fugiu sem consumar seu intento”, contou o delegado responsável pelo inquérito policial, José Olegário de Oliveira

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Perseguição

Após obter medida protetiva de urgência a vítima se mudou para outra localidade, contudo, o suspeito continuou a procurar por ela, ameaçando, inclusive, o padrasto dela para que apontasse o paradeiro da mulher.

Em uma dessas perseguições, o investigado surpreendeu o homem de 62 anos na rua, durante a madrugada e a vítima foi imobilizada na altura do pescoço. O suspeito então tentou usar o gargalo de uma garrafa para cortá-la. O homem gritou por socorro e pessoas que passavam pelo local prestaram socorro, tendo o investigado fugido em seguida.

Após ser preso, o suspeito – que já tem passagens pelos crimes de homicídio, tráfico de drogas e roubo – foi encaminhado ao sistema prisional. Ele foi indiciado por tentativa de homicídio qualificado e coação à testemunha/vítima durante o processo.

Fonte: Polícia Civil MG

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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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