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Identificados os responsáveis por incêndio de viaturas em Itaúna

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e a Polícia Penal de Minas Gerais (PPMG) identificaram, por meio de uma ação rápida, os suspeitos de envolvimento no incêndio criminoso que resultou na destruição de quatro viaturas do sistema prisional na cidade de Itaúna, localizada na região Centro-Oeste do estado. Um homem, de 21 anos, foi preso preventivamente na segunda-feira, (18/12). Durante a ação foram apreendidos celulares e o veículo utilizado no crime.

O crime ocorreu na madrugada do dia 15 de dezembro, em frente ao Presídio de Itaúna. Na ocasião, dois indivíduos lançaram gasolina nos veículos e, em seguida, provocaram incêndio, resultando na destruição de quatro automóveis oficiais do Estado. O início das investigações ocorreu imediatamente após os acontecimentos.

Trabalho investigativo

As investigações conduzidas pela PCMG, com apoio da PPMG, em Itaúna, apontaram que a motivação da organização criminosa decorre do descontentamento em relação às operações frequentes de revistas nas celas do presídio da cidade. Até o momento, foram ouvidas nove pessoas suspeitas, entre executores e mandantes. Conforme apurado, além do suspeito já detido, outros quatro indivíduos menores de idade estavam envolvidos na ação, todos devidamente identificados, com as providências legais cabíveis já adotadas.

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Após os trabalhos investigativos, os mandantes do crime foram identificados. Eles já se encontravam sob custódia e receberam as devidas responsabilizações legais.

O inquérito para apurar todas as circunstâncias do crime segue em andamento na delegacia de polícia civil local. Ao final, os investigados poderão ser indiciados por terrorismo, incêndio, dano qualificado, corrupção de menores e organização criminosa, cujas penas podem chegar a 60 anos de prisão.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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