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Instituto de Identificação promove ação em homenagem às mulheres

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Divulgação/PCMG

Nesta sexta-feira (8/3), Dia Internacional da Mulher, o Instituto de Identificação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) dedicou seu serviço às mulheres, servidoras e colaboradoras terceirizadas da instituição, que, com agendamento específico e prioridade, puderam solicitar a Carteira de Identidade Nacional (CIN), expedida em Minas Gerais desde o último dia 27 de dezembro.

Ainda, em campanha realizada em conjunto com a Cruz Vermelha Brasileira Minas Gerais, no período de 4 a 8 de março, centenas de pacotes de absorventes foram doados para distribuição às mulheres em situação de vulnerabilidade social.

A arrecadação foi possível graças à contribuição de mulheres que participaram da ação para emissão da CIN, servidores do Instituto de Identificação, da Inspetoria de Escrivães, da Central Estadual do Plantão Digital, da Superintendência de Investigação e Polícia Judiciária e de integrantes de uma torcida composta por policiais civis atleticanos.

Para a delegada Adriana de Barros Monteiro, diretora do Instituto de Identificação, a ação teve resultado positivo. “O objetivo foi fazer uma homenagem para nossas servidoras, prestando um serviço que é tão importante para a Polícia Civil, que é a emissão do documento de identidade. Pensando ainda em mulheres cuidando de mulheres, nós fizemos essa parceria com a Cruz Vermelha para doação de absorventes à mulheres em extrema vulnerabilidade social”, declara.

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Carteira de Identidade Nacional

O serviço, realizado hoje na sede do Instituto de Identificação, em Belo Horizonte, não interferiu no atendimento à população, cujo agendamento é realizado pelo aplicativo MG Cidadão ou no Portal MG, e o procedimento feito nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs).

O novo documento, em modelo único e com validade para o território nacional, adota o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como registro geral nacional – até então, o número do RG era variável por indivíduo em cada um dos 27 estados da Federação.

Além de alteração no layout, o processo de expedição do documento também é mais moderno, a partir de dispositivos eletrônicos para fotografia, assinatura e coleta de impressões digitais. No processo da emissão é feita a conferência de dados com sistemas da Receita Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aumentando a segurança do documento.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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