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Investigação da PCMG aponta esquema de venda de drogas no atacado

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Divulgação/PCMG

Em operação de combate à comercialização de drogas no estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apreendeu, no bairro São José, em Belo Horizonte, 54 barras de maconha (cerca de 50 quilos) em posse de um homem, de 33 anos. A ação foi desencadeada pela equipe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), na manhã desta segunda-feira (18/9), na casa do suspeito.

A ação decorre de investigação referente a uma associação criminosa envolvida na aquisição de grande quantidade de drogas, de diferentes tipos, para distribuição a traficantes varejistas na Região Metropolitana de Belo Horizonte e em algumas cidades do interior, sobretudo no Centro-Oeste do estado.

De acordo com o delegado Rodolpho Machado, levantamentos realizados pela equipe do Denarc desvendaram os indícios da atividade criminosa. “Há mais ou menos um mês, em verificações preliminares, no dia 18 de agosto, em uma diligência no bairro Oitis [Contagem], prendemos uma mulher de 40 anos em posse de dois quilos de cocaína, fortalecendo as informações anteriormente obtidas”.

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Segundo Rodolpho, “para diminuir o risco da associação criminosa em guardar essa droga em um único local, ela conta com membros associados que se predispõe a guardar quantidades menores, diminuindo o risco de perda em caso de um flagrante realizado pela polícia”.

A princípio, a Polícia Civil acredita que as drogas comercializadas pelo grupo venham de países vizinhos ao Brasil, seguindo o trajeto conhecido como “rota caipira”. Dessa forma, as investigações prosseguem visando à identificação de outros pontos utilizados para esconder os entorpecentes, assim como demais integrantes do grupo criminoso, principalmente o responsável pela cooptação de esconderijos para as drogas.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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