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Investigação da PCMG aponta que idoso foi morto por companheira

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu as investigações referentes à morte de um idoso, de 70 anos, assassinado no dia 6 de janeiro deste ano, no bairro Angicos, em Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A companheira da vítima, de 37 anos, foi indiciada por homicídio, qualificado por motivo fútil, com uso de meio cruel e mediante dissimulação.

A suspeita, que está presa pelo crime, teria utilizado um instrumento perfuro-cortante para matar o companheiro, que teria sido dopado pela mulher.

Dinâmica dos fatos

No dia do crime, por volta das 18h, o idoso estava em casa, no bairro Nova Pampulha, quando foi dopado pela suspeita e colocado em um veículo. Em seguida, a mulher dirigiu até o bairro Angicos, local onde atacou a vítima com diversos golpes, utilizando para tal um instrumento perfurocortante, conforme apontado no laudo de necropsia.

O corpo da vítima foi encontrado por policiais militares, no dia seguinte, após receberem denúncia de que havia uma pessoa caída no local. Ao qualificarem a vítima, os militares foram até o endereço no bairro Nova Pampulha, onde estava a companheira da vítima. Segundo relatado pelos policiais, a mulher apresentou várias contradições sobre a morte do companheiro, sendo ainda observadas manchas de sangue em uma das rodas do veículo.

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Por meio de investigações, coordenadas pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídios Vespasiano, foi possível constatar o envolvimento da suspeita no crime

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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