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Ipatinga: suspeito de causar prejuízo de R$ 500 mil com golpes é preso

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Divulgação/PCMG

Policiais civis e militares que compõem o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Ipatinga, região do Rio Doce, integrado também pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), cumpriram mandado de prisão preventiva e de busca domiciliar contra um homem, de 46 anos, suspeito de praticar o crime de estelionato. Conforme apurado pelo Gaeco, entre 2019 e 2022, os golpes aplicados geraram prejuízo aproximado de R$ 500 mil a diversas vítimas.

As investigações apontam que, no mínimo, desde 2019, o suspeito, sob a alegação de que tinha contatos com empresas financeiras e leiloeiras de veículos, oferecia carros e motos inexistentes por preço abaixo do praticado no mercado. A partir da realização do “negócio”, o homem passava a solicitar depósitos em contas bancárias próprias e da esposa dele, também investigada, para que pudessem “faturar” os automóveis, que nunca chegavam às vítimas.

O Gaeco estima que o prejuízo pode superar o valor já levantado – cerca de meio milhão de reais -, visto que nem todas as pessoas lesadas comunicaram os crimes aos órgãos de segurança pública. Atento ao possível ressarcimento das vítimas, o Grupo de Atuação Especial representou pelo bloqueio de 41 contas bancárias dos investigados, assim como pelo sequestro de um imóvel e de cinco veículos, medidas já deferidas judicialmente.

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O suspeito foi detido na última quinta-feira (15/12) e encaminhado ao sistema prisional. As investigações prosseguirão, e as penas dos envolvidos podem superar oito anos de reclusão.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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