Polícia
Itabira passa a contar com projeto da PCMG “Chame a Frida”

A cidade de Itabira, na região Central do estado, passa a contar com mais uma aliada no combate à violência contra as mulheres: o projeto Chame a Frida. Na manhã desta sexta-feira (24/11), a Polícia Civil de Minas Civil (PCMG) lançou oficialmente a ferramenta no município, durante cerimônia realizada no auditório da Vale.
O Chame a Frida consiste em uma assistente virtual criada para acolher, orientar e socorrer vítimas em situações de violência doméstica e familiar. O contato é realizado por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp, que em Itabira atenderá pelo número (31) 9370-0990.
Para o chefe do 12º Departamento de Polícia, delegado-geral Gilmaro Alves, “o Chame a Frida significa um grande avanço para a melhoria contínua do atendimento em Itabira e nas localidades onde tem sido foi implantado”.
Gilmaro ainda ressaltou o orgulho de a idealização do projeto ter partido de uma servidora lotada no 12º Departamento, a escrivã Ana Rosa, a qual foi homenageada durante o evento.
A atendente virtual foi criada em 2020, na cidade de Manhuaçu, e atualmente está presente em diversos municípios de Minas.
Projeto Frida
O Chame a Frida é um chatbot que consiste em um banco de dados previamente programado para responder a comandos que a vítima digita na tela de conversa com a atendente virtual. Assim, de forma automática, é realizado o acolhimento e o esclarecimento das principais dúvidas. A atendente virtual ainda pode fazer uma avaliação preliminar do risco, direcionar ou acionar a polícia, além de apresentar serviços disponíveis.
Entre esses serviços estão informações sobre medidas protetivas – como solicitar; o que fazer se o agressor descumprir; como ter acesso à ordem judicial expedida –, esclarecimentos sobre a Lei Maria da Penha e os procedimentos a serem realizados em casos de agressão, entre outras questões ligadas ao tema.
Presenças
A cerimônia de lançamento do projeto em Itabira contou com a presença do chefe do 12º Departamento de Polícia Civil em Ipatinga, delegado-geral Gilmaro Alves Ferreira; o delegado regional em Itabira (em exercício), Diogo Luna Moureira; o prefeito municipal de Itabira, Marco Antônio Lage; o presidente da Câmara Municipal de Itabira, Heraldo Noronha Rodrigues; o promotor da 5ª Promotoria de Justiça de Itabira, Jorge Victor Cunha Barreto da Silva; o comandante do 26º Batalhão de Polícia Militar em Itabira, tenente-coronel Fabio Barcelos de Barros; a presidente da 52ª Subseção da OAB de Itabira, Patrícia de Freitas Vieira; o presidente da Universidade Funcesi, Mauricio Guimarães Mendes; o gerente de segurança da Vale, Allan Diego Cabral de Silva; entre outras autoridades.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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