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Jaboticatubas: PCMG prende suspeito por estupro de vulnerável

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Divulgação/PCMG

Um homem de 51 anos foi preso preventivamente, nesta terça-feira (12/9), suspeito de cometer atos libidinosos contra a neta e a filha da companheira, de 5 e 30 anos, respectivamente. Ele foi detido em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e os fatos ocorreram em Jaboticatubas, mesma região.

Durante as investigações, uma terceira vítima, hoje com 21 anos, também apontou à polícia que teria sofrido abusos por parte do investigado e que sofreu perseguições ao tentar se afastar dele.

As investigações iniciaram com o relato da menina de 5 anos à babá dos abusos sofrido. Ela então passou pelo procedimento de escuta especializada pela equipe de avaliação psicológica da PCMG e confirmou os atos libidinosos cometidos pelo homem. Os crimes ocorriam nos momentos em que ela ficava sozinha com o indivíduo, em casa.   

Com o avanço dos levantamentos, a Polícia Civil descobriu que a enteada do suspeito e tia da primeira vítima, hoje com 30 anos, também teria sofrido abusos por parte do homem desde os 15 anos. Ela relatou que o fato se tornou de conhecimento dos familiares, mas que o relato dela acabou sendo desacreditado.

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A vítima ainda detalhou que o suspeito a perseguiu por várias vezes. Na tentativa de manter relação de proximidade com ela, o homem chegou a induzir a mãe da vítima a comprar uma casa em outro estado, com subterfúgio de que ela deveria aproximar-se da neta. Por fim, as perseguições fizeram a vítima mudar de país.

Já a mulher de 21 anos, informou que os abusos sexuais começaram quando ela tinha 9 anos. Segundo o relato dela, por três vezes o investigado praticou atos libidinosos contra ela, e que não teve coragem de denunciar os crimes, uma vez que o suspeito, que trabalhava como vigilante de instituição bancária, mantinha boa imagem na cidade e temia que não acreditassem em seu relato.

Com o fim dos levantamentos, a PCMG representou pela prisão preventiva do investigado, cumprida na casa dele, em Santa Luzia. Conforme a delegada titular em Jaboticatubas, Susana Kloeckner, “é importante que a população saiba que o crime de estupro de vulnerável se configura não somente pela conjunção carnal, mas por atos libidinosos, ou seja, passar as mãos em partes íntimas, beijar a vítima, dentre outros atos com cunho sexual, configuram o crime. Reforçamos que a PCMG conta com policiais treinados para acolher as vítimas, prestando todo apoio necessário. Por isso, é muito importante que a população noticie este tipo de acontecimento”, alertou.

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Após os procedimentos de polícia judiciária, o homem foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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