Polícia
Jaíba: Operação Donkey Kong mira furto em plantação de bananas

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na última segunda-feira (9/10), em Jaíba, na região Norte do estado, a operação Donkey Kong, de repressão aos crimes contra o patrimônio. Durante a ação, dois homens, de 45 e 54 anos, foram presos por furto e receptação qualificada, respectivamente. Além disso, foram apreendidos um caminhão e um veículo.
A investigação teve início após a vítima comparecer à unidade policial para relatar que há algum tempo suspeitava que parte de sua plantação de bananas estava sendo furtada. A vítima contou que ao passar pelo bananal identificou uma movimentação estranha, pois não havia cargas programadas para aquele dia. Ela então solicitou a um amigo que fizesse registros do local usando um drone, ocasião em que observou um caminhão sendo carregado com bananas de sua propriedade.
O delegado Maxwell Gomes de Freitas, que coordenou a operação, contou que imediatamente após tomar conhecimento dos fatos, determinou que a equipe de policiais civis de Jaíba realizassem levantamentos com as possíveis rotas efetivadas pelos investigados e, com o apoio de uma equipe da Regional em Janaúba, montaram a operação que resultou na interceptação do caminhão carregado de bananas furtadas. “Eles foram interceptados na altura do trevo do cemitério em Jaíba, sentido Verdelândia. Com o proprietário não havia comprovantes de pagamentos, nem notas fiscais da mercadoria”, explicou.
O delegado pontuou que, simultâneo à abordagem ao caminhão, uma equipe descaracterizada deslocou até a fazenda onde realizou a prisão do gerente. “Ele foi autuado em flagrante por furto qualificado pelo abuso de confiança, já que auxiliava o furto”, explicou Maxwell.
Além disso, após as entrevistas com os trabalhadores do estabelecimento rural em questão, foi constatado um mandado de prisão em aberto em desfavor de um dos funcionários, razão pela qual também foi conduzido à Delegacia de Jaíba para cumprimento. O outro suspeito foi autuado por receptação qualificada em razão da finalidade comercial, que era vender o material subtraído. Ele foi preso na cidade de Verdelândia. O caminhão e um outro carro que fazia a escolta do primeiro foram apreendidos. Conforme consulta, ambos pertencem ao receptador.
Inicialmente, a investigação apontou que os delitos em questão, em tese, eram praticados há cerca de oito a nove meses, acumulando um prejuízo ao empresário de R$ 30 mil reais. As investigações continuam com objetivo de identificar possíveis partícipes e coautores.
Os dois suspeitos presos encontram-se no sistema prisional à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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