Polícia
Januária: operação termina com prisões e preensões contra o tráfico

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na manhã desta terça-feira (19/9), uma operação policial com o objetivo de cumprir medidas cautelares contra pessoas investigadas em procedimentos que apuram crimes de tráfico de drogas e homicídio, envolvendo indivíduos do bairro São Domingos, em Januária, na região Norte do estado. Durante a ação, que contou com o apoio da Polícia Militar, a PCMG cumpriu 22 mandados de busca e apreensão, resultando na prisão de cinco pessoas, incluindo quatro jovens e uma mulher, e na apreensão de dois adolescentes.
O delegado responsável pela investigação, Farley Guedes Oliveira, explicou que a operação é o resultado de um conjunto probatório colhido durante a investigação policial, que permitiu a identificação e qualificação de integrantes de uma facção criminosa instalada no bairro São Domingos, conhecido como “Jabá”, envolvidos em uma série de confrontos armados na cidade. “Esses confrontos resultaram em um homicídio consumado e três homicídios tentados no bairro Vila Margareth, região conhecida como “Galileia”, ocorridos em 17 de julho deste ano”, revelou Oliveira.
O delegado esclareceu que, durante a investigação, provas e depoimentos foram contundentes para indicar que, no dia do crime, um adolescente de 17 anos teria efetuado os disparos que atingiram as vítimas, estando acompanhado por um rapaz de 22 anos, o qual pilotava a motocicleta que levou o menor até o local e o ajudou a fugir.
Em decorrência dos disparos, um homem de 36 anos faleceu no local e três outras vítimas do sexo masculino ficaram feridas – uma delas permanecendo com graves sequelas. Com a investigação avançada que culminou na identificação dos envolvidos, a PCMG representou pela decretação da prisão do suspeito e pela apreensão do adolescente, medidas que foram cumpridas durante a operação deflagrada nesta data.
Durante as buscas foram apreendidos dinheiro, munições calibre 9mm, porções de cocaína, maconha, crack, balanças de precisão, celulares e uma motocicleta, além de um caderno de anotações relacionadas ao tráfico de drogas, entre outros materiais. A apreensão culminou com a prisão em flagrante de quatro envolvidos e na apreensão de outro adolescente, todos encaminhados para a Delegacia de Plantão no município.
Oliveira esclarece ainda que, além do inquérito instaurado para apurar os crimes dolosos contra a vida, o grupo era monitorado pela Polícia Civil há algum tempo devido a recorrentes denúncias relacionadas ao tráfico de drogas, inclusive com a utilização de adolescentes. As investigações continuam e, assim que forem concluídas, o inquérito será remetido à Justiça.
A operação contou com a participação de cerca de 60 policiais, incluindo 27 civis e 34 militares.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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