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Juiz de Fora: PCMG conclui investigações de quatro homicídios

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu quatro investigações que apuraram homicídios cometidos em novembro do último ano, nas regiões Nordeste e Leste do município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.

Conforme informações do delegado Luciano Frade, os inquéritos policiais – relacionados a dois homicídios tentados e dois homicídios consumados – foram relatados e remetidos à Justiça, com indiciamento de cinco suspeitos, após trabalhos investigativos realizados pela 4ª Delegacia de Polícia Civil, unidade que integra a 1ª Delegacia Regional em Juiz de Fora (1ª DRPC) – pertencente ao 4º Departamento da PCMG.

Homicídios consumados

Segundo Luciano Frade, foi apurado o crime cometido no dia 25 de novembro do ano passado, quando um homem, de 36 anos, foi encontrado morto – com ferimentos no pescoço – no bairro Grama, região Nordeste da cidade. “O investigado, de 34 anos, tirou a vida da vítima com um golpe fatal no pescoço, durante uma briga. Já havia desavenças anteriores entre suspeito e vítima”, explica Luciano.

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Também foi esclarecido o homicídio consumado ocorrido no dia 16 de novembro do último ano, no bairro Parque Independência, onde um rapaz, de 32 anos, foi assassinado. Trabalhos investigativos indicaram que um suspeito, de 18 anos, matou o companheiro da mãe dele com mais de 20 golpes de faca, pois ele teria supostamente agredido sua mãe.

Tentativas de homicídio

Além disso, a PCMG indiciou um homem, de 28 anos, suspeito de ter cometido tentativa de homicídio contra três vítimas, de 17, 22 e 24 anos, no bairro Grama, no dia 27 de novembro de 2022. “O crime teria acontecido por motivo fútil. Na ocasião, no fim de uma festa que aconteceu em uma residência particular, houve uma discussão sobre a distribuição de bebida alcoólica, gerando uma briga e o suspeito acabou golpeando as três vítimas utilizando uma faca”, relata Luciano Frade.

Por fim, a Polícia Civil também concluiu as investigações acerca da tentativa de homicídio que aconteceu no dia 12 de novembro, na praça de alimentação de um shopping, situado no bairro Mariano Procópio, na região Leste de Juiz de Fora. Na ocasião, uma mulher, de 18 anos, e um homem, de 19 anos, foram presos pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e encaminhados ao Plantão da 1ª DRPC, onde houve a formalização do flagrante. Eles foram encaminhados ao sistema prisional. “O casal foi indiciado pela prática de homicídio tentado”, informa o delegado, explicando que foi apurado que havia uma rixa anterior entre os casais, pois as vítimas teriam falado mal do filho recém-nascido dos suspeitos.

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Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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