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Juiz de Fora: PCMG recupera gerador avaliado em R$ 280 mil e prende su

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) localizou, nessa quinta-feira (30/11), no bairro Nova Era, Zona Norte de Juiz de Fora, um gerador de energia que foi furtado no trajeto próximo ao município de Matias Barbosa, na Zona da Mata. Um suspeito, de 45 anos, foi preso em flagrante por receptação e falsificação de documento público.

Três homens de 27, 42 e 45 anos foram abordados pela PCMG em um galpão na Zona Norte de Juiz de Fora no momento em que negociavam a venda do equipamento. Conforme apurado pela 3ª Delegacia de Polícia em Juiz de Fora, em conjunto com a Delegacia Especializada na Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (Deprov – Natal/RN), o gerador de energia, avaliado em R$ 280 mil reais seria vendido para um dos homens, de 27 anos, e para isso, o suspeito, de 45 anos, proprietário de uma empresa de construção civil, emitiu uma nota fiscal falsa com objetivo de legalizar o bem furtado.

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No galpão, além do gerador, foram apreendidos três veículos de luxo avaliados em R$ 300 mil. Dois deles pertencentes ao empresário de Juiz de Fora, inclusive, um deles, com sinais de adulteração no chassi. O outro veículo seria dado como parte do pagamento da negociação.

De acordo com a delegada responsável pela ação em Minas Gerais, Camilla Miller, foram apreendidos cerca de R$ 600 mil em bens, e o homem foi preso em flagrante por receptação e falsificação de documento público.

“Em depoimento, o suspeito disse que estava prestando serviços na casa noturna do empresário e que estaria negociando a venda de um gerador. Ele explicou que parte do valor apurado nessa negociação seria usado para pagar os serviços realizados já que havia uma dívida entre os dois. Sendo assim, ele emitiu uma nota fiscal de venda falsa no valor de R$ 50 mil do gerador para concretizar a transação”.

O suposto comprador e o motorista do guincho, de 42 anos, que também estava no galpão, foram ouvidos e liberados.

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Investigação

Entre os investigados, há também um empresário de Juiz de Fora, proprietário de uma casa noturna e que foi preso recentemente por envolvimento em um esquema de clonagem de veículos de luxo no Rio de Janeiro. Ele intermediava negociação entre o comprador carioca e a empresa de construção civil de Juiz de Fora.

No momento em que os policiais chegaram ao local, o empresário percebeu a movimentação e conseguiu fugir.

Investigações em curso na Deprov apontaram que o gerador foi alugado de uma empresa no Rio Grande do Norte para prestar serviços para a Marinha do Brasil, no Rio de Janeiro. Ao final do contrato de locação, o equipamento retornaria para a cidade de origem, porém, no momento em que era transportado, próximo a Matias Barbosa, o motorista do caminhão desviou o itinerário, desaparecendo com o gerador.

As investigações seguem para a prisão de outros envolvidos

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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