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Lagoa Santa: PCMG prende mulher que se passava por psicóloga

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), prendeu em flagrante, nessa segunda-feira (29/4), uma mulher, de 43 anos, pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica. Segundo apurado, ela se passava por psicóloga e realizava consultas em diferentes clínicas no município.

Após denúncias, a PCMG levantou o histórico escolar da investigada e constatou que ela não havia concluído o curso em Psicologia. Assim que os policiais chegaram à clínica onde ela estava realizando atendimentos, a mulher confessou o crime e afirmou ter realizado ao menos outros quatro, na mesma condição.

Ainda de acordo com a suspeita, dentre os diversos tratamentos oferecidos, a maioria era direcionada a crianças portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA), que ela afirma ser sua especialidade.

Na residência da investigada a Polícia Civil localizou diversos diplomas de cursos de aperfeiçoamentos dentro da área de Psicologia, além de dois diplomas falsos de bacharelado na mesma formação. A mulher informou que pagou R$ 5 mil pelos diplomas falsos.

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Perfil

A suspeita é natural de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, onde já foi presa pelo mesmo crime em 2016, ao se passar naquela cidade como advogada para ter acesso a presos para prestar serviço de avaliação psicológica.

Após os procedimentos de polícia judiciária, ela foi encaminhada ao sistema prisional.

Se você já foi atendido ou conhece alguém que foi vítima de uma falsa psicóloga em Lagoa Santa, procure a delegacia da cidade.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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