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Laser Scanner 3D é empregado em reconstituição de crime de trânsito

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Divulgação/PCMG

Pela primeira vez, a Polícia Civil de Minas Gerais utilizou o equipamento Laser Scanner 3D em uma investigação de acidente de trânsito envolvendo uma vítima fatal. O objetivo foi reconstituir o choque ocorrido entre um ônibus e uma bicicleta, no último dia 12 de abril, o qual resultou na morte do ciclista, de 38 anos, na região central de Belo Horizonte.

A reconstituição foi realizada nessa quarta-feira (15), pela Divisão Especializada em Prevenção e Investigação a Crimes de Trânsito (Depict), unidade vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes de Trânsito (Deictran), e pelo Instituto de Criminalística.

Morte no trânsito

No dia dos fatos, a vítima pedalava na região central quando foi atropelada por um ônibus. Diante da gravidade dos ferimentos, ela foi encaminhada a um hospital de pronto socorro, mas não resistiu e morreu no dia seguinte.

Devido à descaracterização do local para o socorro da vítima, a perícia não pode comparecer. No entanto, os trabalhos periciais estão avançados e já foram coletadas imagens do acidente, tanto de câmeras de segurança quanto do próprio ônibus envolvido no fato, além do tacógrafo do veículo.

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Segundo a chefe da Depict, delegada Renata de Oliveira Lima, as informações geradas pelo Laser Scanner 3D vão ser fundamentais para o andamento do inquérito. “Nós vamos reconstruir o mais próximo possível da realidade no momento em que aconteceu o atropelamento para que possamos ter a noção completa e concluir as investigações com maior fidelidade”, disse.

Laser Scanner 3D

O equipamento tem como função não apenas capturar imagens tridimensionais detalhadas, como também oferecer uma análise aprofundada das cenas de crime. Equipado com laser, escâneres de precisão, câmeras de alta resolução e sensores especializados, o dispositivo mapeia ambientes complexos, revelando detalhes muitas vezes despercebidos aos olhos humanos.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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