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Líder religioso é preso por estupro de criança em Chapada do Norte

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta segunda-feira (13/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente um homem, de 36 anos, suspeito de estuprar uma criança menor de 14 anos. Os crimes foram registrados em Chapada do Norte, no Vale do Jequitinhonha, e o investigado estava foragido desde abril de 2022.

No decorrer do inquérito policial, a PCMG concluiu que o suspeito, além de ter mantido conjunção carnal com a criança, também praticou atos libidinosos, desde que a vítima tinha 10 anos.

O investigado era um líder religioso na na região do município de Chapada do Norte, onde a vítima e a família tinham o hábito de frequentar, e, segundo apurado, em uma das cerimônias, a vítima recebeu uma orientação espiritual de uma entidade, através do investigado, de que deveria manter relação sexual com ele.

A vítima relatou que, na orientação recebida, foi instruída pela entidade a manter relações sexuais com o investigado, uma vez que isso seria para o bem dela e não havia risco de gravidez.

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O investigado ainda teria presenteado a vítima com um celular, supostamente para auxiliar nos estudos dela, sendo utilizado na verdade para se comunicar com a menina por mensagens e marcar encontros com ela. Os encontros aconteciam toda semana, durante a noite, enquanto os pais da vítima dormiam.

Há suspeita da existência de outras vítimas e, com a prisão do suspeito, a Polícia Civil encoraja as mesmas a procurarem a Delegacia de Polícia Civil em Minas Novas para prestar declarações, a fim de que os fatos possam ser devidamente apurados e o investigado responsabilizado.

O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça.

As investigações e a prisão foram realizadas pela equipe da Polícia Civil em Minas Novas.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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