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Militares do COMAVE  atuam em combate a incêndio no Santuário do Caraça

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio do Comando de Aviação do Estado (Comave), foi acionada na última quarta-feira, 27.09, pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) para apoiar no combate ao incêndio no Santuário do Caraça. De imediato, uma guarnição embarcou na aeronave de codinome Guará 01, prefixo PP-IEF, pertencente ao IEF e operada pela Polícia Militar, e deslocou-se para o local.

Segundo o copiloto e comandante de Operações Aéreas, capitão Demétrio de Oliveira Silva, parte da área do Santuário, que é uma Reserva particular do Patrimônio Natural, de responsabilidade federal do ICMBIO, está localizada na Área de Proteção Ambiental Sul (APA SUL), na RMBH, e tem o apoio do IEF, por isso o COMAVE foi acionado. “ Nas missões de combate à incêndios as aeronaves são empregadas na captação de água e para prover suporte logístico, como transporte dos brigadistas, auxiliando-os a chegarem com mais facilidade aos focos de incêndios, e também levar alimentação”,destacou.
Ainda de acordo com o capitão, a primeira etapa da operação, é a escolha do local de captação de água, que deve permitir a aproximação da aeronave com uma descida segura na vertical e estar, no máximo, a cinco minutos dos focos de incêndio. “A definição ocorre entre os operadores aerotáticos e os pilotos, que são os únicos embarcados nesse tipo de operação. Para que a ação seja possível, o equipamento chamado “Bambi Bucket” é extremamente necessário. Trata-se de um balde de material vinílico conectado com a cabine por cabos de aço e que é operado por meio de um controle remoto, pelo piloto ou tripulante especial da aeronave. O balde tem uma capacidade de 540 litros “, disse
A atuação conjunta permitiu que, no final da tarde dessa quinta-feira (28), o incêndio fosse debelado.
Pronta resposta
Nesta época do ano, em que o tempo seco e o calor aumentam drasticamente a ocorrência dos incêndios florestais, as aeronaves acabam sendo demandadas simultaneamente em diversas partes do estado.
Destaca-se que a frota de aeronaves da PMMG (helicópteros, aviões e drones) está distribuída estrategicamente em todo o território mineiro, em seis macrorregiões, e possui capacidade operacional de pronta resposta a qualquer demanda de proteção e ações de degradação do meio ambiente, a qualquer hora do dia e da noite.

Fonte: Policia Militar de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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