Domingo, 6 de Abril de 2025

Polícia

Montes Claros: PCMG conclui inquérito de homicídio em boate

Publicados

em

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito policial que apurou o homicídio de um jovem, de 21 anos, ocorrido em uma boate na cidade de Montes Claros, região Norte do estado, em 16 de dezembro de 2023. Um homem, de 29 anos, autuado em flagrante no dia dos fatos, continua preso e foi indiciado pelo crime nessa terça-feira (2/1).

De acordo com o delegado Cezar Salgueiro, que conduziu a investigação, o suspeito, que estava acompanhado da namorada, entrou no estabelecimento portando uma arma de fogo e se identificou como policial militar do estado de São Paulo. No local, ele teria consumido variados tipos de bebidas alcoólicas, sendo que, por volta das 4 horas, o casal resolveu ir embora. A mulher sentiu falta de uma blusa, e o suspeito retornou para buscar a peça.

Conforme apurado, o homem encontrou duas jovens e as questionou sobre a propriedade da blusa que estava com um delas. Diante da resposta de que pertencia a uma das moças, o suspeito sacou a arma de fogo e a ameaçou. Ao ver a amiga sendo intimidada, a outra jovem interveio na cena e foi agredida com uma coronhada no rosto. Quando percebeu a agressão, o namorado dela interpelou o suspeito, ao que foi respondido também com coronhadas.

Leia Também:  Polícia Civil apura crime de homicídio em Gurinhatã

O rapaz tentou se esquivar das agressões, deixando a cena, e foi seguido pelo suspeito. Observando o ocorrido, o jovem de 21 anos, na tentativa de cessar a agressão contra o amigo, seguiu atrás do suspeito, dando-lhe um empurrão, não suficiente para contê-lo. A vítima, então, desferiu um soco no homem, que respondeu com um disparo de arma de fogo contra o jovem. A vítima morreu ainda no endereço dos fatos.

Prisão

O suspeito deixou o local e se apresentou na Delegacia de Plantão, entregando a arma de fogo usada no crime, bem como sua identidade funcional. A prisão em flagrante foi ratificada, e o investigado permanece recolhido no sistema prisional, à disposição do Poder Judiciário.

O delegado concluiu o inquérito com indiciamento do investigado pelo cometimento do crime de homicídio qualificado por motivo fútil. O suspeito deve responder, ainda, pelos crimes de ameaça e lesão corporal contra as outras vítimas.

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Governador Valadares - Homem é preso com arma e munições durante operação policial

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA