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Montes Claros: PCMG e PMMG prendem suspeito de roubo contra família

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Divulgação/PCMG

As polícias Civil (PCMG) e Militar (PMMG) deflagraram, na última sexta-feira (25/8), operação conjunta para o cumprimento de três mandados de prisão e busca e apreensão, expedidos em desfavor de três suspeitos, de 18, 22 e 27 anos de idade, investigados pelo crime de roubo cometido no dia 16 de julho deste ano, no residencial Terras Jardins, em Montes Claros, na região Norte do estado.

Na época do crime, um casal e a filha, de 3 anos de idade, foram surpreendidos pelos suspeitos, que arrombaram a porta da cozinha da casa deles e, armados, renderam as vítimas, que estavam dormindo. O casal teve pés e mãos amarrados, enquanto a criança foi amordaçada com uma fita na boca para não chorar.

Com extrema violência, eles agrediram o homem, fraturando três dentes dele, e levaram objetos da casa, dinheiro e uma arma. Na sequência, eles obrigaram a vítima a realizar um Pix no valor de R$ 18 mil, contudo, em razão do horário, a instituição financeira transferiu apenas mil reais. Eles ainda trancaram a mulher e a criança dentro de um banheiro e sequestraram o homem, levando-o até a oficina dele, onde levaram outra arma de fogo. Logo em seguida, as vítimas foram trancadas, e os suspeitos fugiram.

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De acordo com a delegada Francielle Drummond, as prisões ocorreram após o avanço das investigações, por meio das quais foi possível identificar os suspeitos. “O desenrolar da investigação se deu, primordialmente, através de rastreamento do Pix feito por eles diretamente da conta da vítima para outra conta suspeita”, explicou.

A delegada contou, ainda, que a equipe policial apurou que a beneficiária da transferência seria uma ex-namorada de um dos investigados. Com essa informação foi possível identificar todos os envolvidos. “Por meio de oitivas, auto de reconhecimento e provas técnicas a polícia conseguiu individualizar a conduta de cada um dos investigados, representando pela prisão preventiva deles”, detalhou Drummond.

Durante a investigação, os policiais conseguiram apurar que eles estavam planejando um próximo roubo, que seria em um estabelecimento comercial. Eles pretendiam usar, inclusive, as armas subtraídas da vítima. Três dias antes da operação, um dos suspeitos foi preso em flagrante com uma das armas da vítima.

Os três investigados permanecem no sistema prisional à disposição da Justiça.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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